Talita dos Santos Rosa
Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso (PROESA) da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP), com período sanduíche na Florence Nightingale Faculty of Nursing, Midwifery Palliative Care, do Kings College London, em Londres, Reino Unido. Foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Santander International Mobility Program. Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP), também com bolsa CAPES. Graduada em Enfermagem pela Universidade do Vale do Sapucaí, onde foi bolsista do Programa de Iniciação Científica PIBIC/FAPEMIG. Atuou como enfermeira de pesquisa clínica e de reabilitação no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, no Instituto de Medicina Física e de Reabilitação (IMREA-HCFMUSP). Atualmente, é Analista de Pesquisa no Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação da Faculdade de Medicina da USP (SIN-IPq-FMUSP) e da Aalborg University (Dinamarca). É professora colaboradora da Residência Multiprofissional em Medicina Física e Reabilitação do HCFMUSP (Tecnologias aplicada a educação em saúde e autogerenciamento das afecções crônicas), da pós-graduação em Enfermagem em Estomaterapia (Módulo Incontinências) na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE), na Universidade Federal do Ceará, na Universidade Estadual do Amazonas. Atua como revisora da revista International Journal of Nursing Studies (fator de impacto 7,5/Qualis A1). Integra o Grupo de Pesquisa em Estomaterapia vinculado à EEUSP, o NEROHEAB vinculado à EERP-USP e o Bowel Research in Nursing Group (BriNG) da Florence Nightingale Faculty of Nursing. Colaboradora na Comissão de Inclusão e Pertencimento da EEUSP. É membro da Associação Brasileira em Estomaterapia e da International Continence Society (ICS). Desenvolve pesquisas e projetos nas áreas de disfunções do assoalho pélvico em pessoas idosas e minorias sexuais e de gênero, disfunções gastrointestinais com ênfase em doença inflamatória intestinal e tecnologias em saúde aplicadas ao autogerenciamento de afecções crônicas a luz do modelo de promoção da saúde.
