Unisinos Conecta oportuniza aos estudantes viverem a rotina universitária

Evento ofereceu dois dias de atividades para alunos do Ensino Médio conhecerem e experimentarem a Universidade antes de escolherem qual carreira desejam seguir

Crédito: Rodrigo W. Blum

Um evento que empolga, diverte, ativa conexões e possibilita experienciar profissões. Assim é o Unisinos Conecta, que já recebeu mais de 37 mil pessoas ao longo de suas edições, e que tem o objetivo de oportunizar aos estudantes vivenciarem o dia a dia da Universidade, antes de decidirem qual profissão irão escolher. 

Esse ano, o evento aconteceu nos dias 27 e 28 de setembro, nos campi São Leopoldo e Porto Alegre e contou com mais de 60 oficinas, abrangendo todas as áreas de conhecimento e possibilitando aos participantes uma imersão no mundo acadêmico. Além disso, em lounges espalhados pelos campi aconteceram os Espaços de Experiência, onde foram oferecidas diversas atividades rápidas, proporcionando interação entre os estudantes, ao mesmo tempo em que puderam conhecer mais sobre os cursos e tirar dúvidas com professores.

Um dia no Campus São Leopoldo

Crédito: Rodrigo W. Blum

O Unisinos Conecta lotou o Campus São Leopoldo e trouxe, para os participantes, experiências de diferentes áreas, por meio de oficinas e atividades rápidas. Confira um pouquinho do que rolou.

Desenterrando histórias

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A oficina Desenterrando histórias proporcionou aos participantes vivenciarem como acontece uma escavação arqueológica. A atividade trouxe uma simulação de escavação arqueológica, com artefatos reais, para os estudantes poderem ter a sensação de realizar esse tipo de pesquisa. Eduardo Souza, do colégio Concórdia de São Leopoldo, participou da prática e disse que gostou muito da oportunidade. “Gostei bastante. Consegui descobrir uma vértebra, só não sei de qual espécie”, brincou.

Patinete e robôs com pernas

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A atividade do curso de Engenharia Mecânica ofereceu aos estudantes a possibilidade de controlarem um patinete com pernas. Além disso, os participantes puderam analisar o mecanismo de funcionamento dos robôs. Henrique Villa, que estuda no colégio Dante Grossi de Garibaldi, participou da oficina e falou dos motivos que fizeram ele se interessar pelo assunto. “Me interessou a parte mecânica. Eu gosto de mexer com peças, ver como funciona. Essa é uma área que me interessa, até porque eu já trabalho com máquinas com meu pai, e todos os projetos são assinados por engenheiros mecânicos”, contou. 

Labirinto Elétrico

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A atividade do Labirinto Elétrico envolveu princípios de funcionamento dos cursos de Engenharia de Energia e Engenharia de Controle e Automação. O exercício permitiu que os participantes pudessem interagir em um labirinto com condutores elétricos ligados a um painel fotovoltaico. O objetivo dos estudantes era percorrer o percurso sem encostar nos condutores. Vitória Fontoura, do colégio Rubem Dário, de Sapucaia do Sul, participou da oficina e descreveu sua experiência. “É uma atividade dinâmica, interessante e que exige bastante concentração e paciência para passar pelo labirinto”, afirmou.

O paciente parou, e agora?

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A oficina mostrou a vivência prática de um caso de ressuscitação cardiopulmonar. O exercício foi feito considerando uma equipe multiprofissional, com médico, enfermeiro, fisioterapeuta, farmacêutico e psicólogo. Nathan Andrade, da escola Presidente Kennedy de Cachoeirinha, que deseja cursar Medicina, participou da atividade. “É muito impressionante a estrutura que a Unisinos tem e a forma como acontece o atendimento multidisciplinar. A oficina conseguiu demonstrar toda a complexidade do trabalho do corpo clínico. Essa experiência que traz um pouco do cotidiano da vida médica só reforça a minha escolha”, destacou. 

Um dia na ONU

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A oficina simulou um dia de debates na ONU. Durante o exercício, onde cada grupo representava um país, os estudantes foram desafiados a vivenciar um cenário de escassez de recursos de grãos. Durante a simulação, os grupos precisaram trabalhar com diplomacia para resolver o problema. Luiza Poeta, do Instituto Federal de Sapucaia do Sul, falou sobre a atividade. “Eu achei bem dinâmico o debate. É interessante ver como acontecem as negociações em uma simulação que imita a realidade”, pontuou.

Cultura, Desenvolvimento, Alimento e Integração

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A atividade trouxe um circuito envolvendo diversas áreas, onde os participantes puderam refletir sobre a cultura, o desenvolvimento e a produção dos alimentos. O objetivo do exercício foi possibilitar aos estudantes conhecer mais sobre os hábitos alimentares, cultura, segurança alimentar, rotulagem de alimentos e soberania alimentar de alguns países. Evelin Oliveira, do colégio Marista Maria Imaculada de Canela, que pretende cursar Gastronomia, disse que adorou a atividade. “Achei bem interessante essa oficina para conhecer a cultura, a etnia e a forma com que as representações culturais interferem na Gastronomia. Esse exercício reforçou ainda mais a minha escolha pelo curso”, enfatizou.

Um tour pelo campus

Crédito: Rodrigo W. Blum

Além das atividades e oficinas, aconteceram dois tipos de tours interativos pela Universidade. Um deles foi denominado Estudante Unisinos por um dia, e levou os estudantes para conhecerem o campus. O tour iniciou de um dos pontos de partida, de lá, o grupo pegou o circular e deu uma volta no campus, conhecendo os principais locais da Universidade. Depois, desceram para uma caminhada no laguinho e foram conduzidos até a Biblioteca, onde cada um escolheu um livro por afinidade de tema, e ouviram uma breve palestra sobre como se faz um TCC. Ao final da atividade, os participantes foram levados até o Anfiteatro Padre Werner, onde receberam um certificado, como se fosse uma formatura, para encerrar o tour. Juliana Luz da Silva, do colégio Guianuba de Sapucaia do Sul, participou do tour e contou o que achou da experiência. “Foi bem interessante, porque mostrou a vivência na sala de aula com o TCC, apresentou o campus e finalizou com a formatura. Achei bem legal”, contou.

Um dia no Campus Porto Alegre

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Em Porto Alegre, o evento também movimentou o campus com diferentes atividades, envolvendo cursos de todas as escolas da Universidade. Acompanhe como foi o dia por lá e o que aconteceu de mais interessante.

Unidade Habitacional Acessível 

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A atividade mostrou aos participantes a experiência habitacional de uma pessoa com cadeira de rodas (PCR), apresentando as dificuldades que ela enfrenta num ambiente residencial. Laura Menosso, do colégio Santa Doroteia de Porto Alegre, experimentou as dificuldades de ter que subir e descer em uma rampa com uma cadeira de rodas. “Achei a experiência interessante porque a gente percebe o quanto é difícil a vida das pessoas com deficiência. Depois de hoje, não vou olhar as rampas da mesma maneira. Se eu não tivesse tido essa experiência eu nunca conseguiria perceber o quanto é difícil”, destacou.

Julgamento simulado do tribunal do júri

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Durante o julgamento, os participantes puderam entender a importância do processo, da justiça e do próprio tribunal do júri. A simulação apresentou um caso real e os estudantes puderam participar da atividade como jurados e tirando dúvidas com os professores. Kamile Kraemer, do Sesi de Sapucaia do Sul, foi jurada na oficina e falou como se sentiu na atividade. “Foi uma experiência muito diferente, que me abriu os olhos de como um julgamento funciona. Participar dessa oficina me fez definir a minha escolha pela área do Direito. No júri, eu absolvi o réu por falta de provas”, declarou. 

O sabor amargo e a Genética

Crédito: Rodrigo W. Blum

A oficina trouxe as bases conceituais da genética para o dia a dia das pessoas. A atividade utilizou como método pedagógico o teste de sensibilidade à feniltiocarbamida (PTC). Os estudantes experimentaram diferentes concentrações de PTC para determinar o quanto sentem o sabor amargo, e ficaram sabendo que essa sensibilidade tem bases na genética. Marina Becker, da escola Monteiro Lobato de Porto Alegre, contou o que achou da atividade. “Eu gostei muito. Não sabia que o sabor que a gente sente nos alimentos tinha interferência genética. Agora estou com um gosto bem ruim na boca, mas valeu a experiência”, afirmou.

Cabine Metaverso

Crédito: Rodrigo W. Blum

A cabine Metaverso proporcionou aos participantes a oportunidade de vivenciar o mundo virtual experimentando uma imersão no Metaverso. Na cabine, os estudantes usavam óculos de realidade aumentada e um controle em cada mão para tornar a experiência ainda mais real. Além disso, podiam escolher entre dois jogos, um de dança com robôs e outro com uma guerra no espaço. Igor Paz, do colégio Monteiro Lobato de Porto Alegre, falou o que achou da atividade. “Achei a cabine bem imersiva. Eu escolhi o jogo de forma aleatória e peguei um de tiros no espaço, foi divertido”, contou.

Outras atividades

O evento Unisinos Conecta também contou com atividades para os docentes que estavam acompanhando os estudantes. A oficina dirigida aos professores do ensino médio teve como tema central as experiências pedagógicas multiculturais na escola.

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