Exposição no Unisinos Labs une biodesign, moda e sustentabilidade afetiva 

Crédito: Divulgação

No dia 10/12, o Unisinos Labs abriu as portas para a exposição Biodesign: Prática Experimental Expandida (PEE) para a Sustentabilidade Afetiva na Biomoda, que apresentou protótipos, experimentações e narrativas desenvolvidas por estudantes em colaboração com designers convidados e processos inspirados na natureza. 

A mostra foi resultado do projeto institucional de Biodesign, coordenado pela Debora Barauna, que integra a pesquisa de mestrado Prática Experimental Expandida (PEE) em Design Estratégico para conceituação da Sustentabilidade Afetiva na Biomoda, de Michelli Quiroz. 

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Criado em 2021, com apoio da FAPERGS e do CNPq, o projeto deu origem ao @coletivoBio.design, iniciativa que busca democratizar o biodesign, promovendo o acesso de estudantes dos cursos de Design Estratégico, Design de Produto e Moda a práticas experimentais com biomateriais. 

A exposição apresentou trabalhos desenvolvidos a partir de experimentações com biomateriais, como alginato, kombucha e fibras naturais, e propõe uma reflexão sobre a Sustentabilidade Afetiva, conceito que valoriza os vínculos emocionais entre pessoas, materiais e ambiente como estratégia para ampliar o ciclo de vida dos produtos, especialmente na moda contemporânea. 

Barauna afirma que o objetivo da exposição foi expor projetos do Coletivo Biodesign, criados por meio PEE, em que biomaterias e protótipos de produtos de moda foram concebidos. O Coletivo e a Mostra compõem o projeto de pesquisa em Biodesign  

Como etapa final do processo, a mostra reuniu protótipos e narrativas que evidenciam o design como prática colaborativa, sensível e comprometida com futuros mais responsáveis. 

“O projeto impacta a formação dos estudantes ao promover e evidenciar uma aprendizagem experimental, na qual todos se tornam coparticipantes do processo projetual, assumindo responsabilidade pelos materiais, processos e impactos de suas criações. Para a pesquisa em design, a PEE contribui ao articular teoria e prática, operando os conceitos de Experimentação em Design Estratégico e Sustentabilidade Afetiva, além de dispositivos metodológicos para a construção de futuros mais sensíveis e conscientes no design e na moda. Sua relevância está em propor novos modos de pensar e fazer design, deslocando o foco da produção acelerada para abordagens baseadas em vínculo, responsabilidade, coparticipação e moda circular”, explica Debora. 

A organização do projeto foi realizada pela professora Debora Barauna e pelas mestrandas em Design Estratégico Michelli Quiroz e Diuly Harttfeil. 

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