Como tornar a carreira internacional?

Curso de Relações Internacionais marca presença na Semana da Internacionalidade

CÂNDIDA PORTOLAN
20 de Agosto de 2014 - 12:15 | Atualizado: 22 de Agosto de 2014 - 17:51

Por que ter um intercâmbio ou estágio internacional no currículo e quais os caminhos para realizá-los? Essas perguntas foram respondidas pela coordenadora do curso de Relações Internacionais (RI), Gabriela Mezzanotti, juntamente com a professora Carla Mendonça, gerente da Unidade de Negócios e Relações Internacionais. As alunas de RI Barbara Busatto, Sofia Cortez e Carla Schneider, participaram do momento relatando suas experiências nos intercâmbios promovidos pelo curso e outros programas de mobilidade acadêmica.

De olho nas oportunidades

Segundo Gabriela Mezzanotti, existem inúmeras oportunidades de intercâmbio, já para estudantes do Ensino Médio, por exemplo. Trata-se de programas de instituições internacionais, que promovem competição entre diversos países, que concorrem às vagas. No entanto, por falta de difusão e informação, principalmente, as escolas brasileiras não têm se engajado nessas iniciativas. 

”Observem o contexto onde estão inseridos. As oportunidades aparecem, basta estarem atentos e preparados para encará-las”

Gabriela Mezzanotti, coordenadora da graduação em Relações Internacionais

[Gabriela falou sobre a internacionalização da carreira

Já enquanto aluno do Ensino Superior, a mobilidade acadêmica e o estágio internacional ganham força. Não é de hoje que fazem a diferença na formação e no currículo dos estudantes. Este cenário é cada vez mais favorável, “no caminho da globalização, os países tendem a facilitar e promover o trânsito de alunos estrangeiros”, explicou Carla Mendonça. Para ela, os benefícios ultrapassam a qualificação profissional dos intercambistas, alcançando o enriquecimento cultural e humano. Neste sentido, o país que acolhe o estudante e o seu país de origem, para o qual retornará com novas vivências, também só têm a ganhar. 

É nesse momento que surgem as oportunidades de carreira em organizações internacionais. De acordo com a professora Gabriela, são ímpares para unir o trabalho ao aprendizado. Para tanto, ressaltou, “não tem como internacionalizar a carreira sem ter o domínio da Língua Inglesa, assim como é fundamental a coragem de desbravar novos lugares e o interesse em aprender”.

Sofia, Bárbara e Carla já têm histórias pra contar. Elas estiveram em Genebra no início do ano, como atividade prevista pelo curso de RI. Além das aulas, as estudantes conheceram in loco algumas das sedes das principais organizações mundiais, que estão localizadas em Genebra. “É uma cidade internacional”, definiu Sofia. Das percepções trazidas da experiência, Bárbara colocou a visão que o mundo – concentrado nessas organizações e representados pelos estudantes estrangeiros – tem do Brasil, “O mundo se interessa pelos países emergentes e o que representam no desenvolvimento econômico e social. Estamos em pauta e em destaque”, afirmou. Já Carla Schneider, que também esteve na Coreia, reiterou a atenção para os programas extracurriculares, “existem muitas vagas para diferentes cursos e em todas as áreas, esperando pelo interesse dos estudantes. Basta ficar atento”, concluiu.