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Alunas da Unisinos vencem Prêmio Odebrecht 2014

Neste ano o Prêmio Odebrecht vai para a dupla de estudantes de Engenharia Química em associação com a Engenharia de Materiais da Unisinos, Gabriela Olsson Schneider e Paula Schwade. Auxiliadas pela professora Tatiana Rocha, da Engenharia de Materiais da Unisinos. A premiação ocorrerá no dia 17/03 em São Paulo.

O Prêmio Odebrecht para o desenvolvimento Sustentável tem como principais objetivos reconhecer e incentivar os jovens universitários que se propõem a pensar a engenharia, arquitetura e agronomia em uma perspectiva sustentável e gerar conhecimento sobre o tema, difundindo essas novas ideias junto à comunidade acadêmica brasileira e à sociedade em geral.

“Nosso projeto é um novo método de reciclagem para o poliestireno expandido (EPS), mais conhecido pela marca Isopor. A ideia consiste em dissolver os resíduos deste material em um solvente natural extraído das cascas das frutas cítricas, o d-limoneno. Uma resina incolor é obtida, onde outros substratos como pigmento e aditivos específicos são adicionados para obter uma tinta voltada na área da construção civil e moveleira. A grande ideia da pesquisa é dar um novo destino ao EPS pós-consumo em um produto de grande aplicabilidade e valor econômico agregado, de modo a reduzir problemas ambientais como obstrução de cursos d’água e esgotamento de aterros sanitários. Sempre seguindo uma visão sustentável, o grupo tem suas práticas, que ainda não foram finalizadas, focadas no desenvolvimento não só de uma tinta, mas uma tinta de qualidade equiparável ou até mesmo superior àquelas encontradas no mercado.” Comenta Paula.

Em relação a trabalhar com a colega e a professora, Paula afirma: “A professora Tatiana é uma ótima profissional e me deu todo o suporte necessário para o desenvolvimento da pesquisa. E a colega Gabriela iniciou suas atividades pouco tempo antes da minha saída, mas foi possível observar que ela é uma aluna/pesquisadora dedicada e interessada”.

Paula Schwade agora está na Coréia do Sul pelo Ciências Sem Fronteiras, e retornará ao Brasil no mês de Agosto. Ela termina dizendo: “Mesmo não estando presente no evento, posso dizer que ser reconhecida pelo trabalho realizado é muito gratificante e me incentiva a dar o meu melhor nessa pesquisa, de modo a obter o resultado mais satisfatório possível. Com certeza a sensação de subir ao palco e receber um prêmio que foi disputado não só com pesquisas de alta qualidade do Rio Grande do Sul, como também do país inteiro, é uma experiência que faz com que eu continue trabalhando e me dedicando pelo diferencial, na busca pela contribuição com o mundo, principalmente com o Brasil”.

“Ter um trabalho premiado é uma satisfação enorme, em particular porque este prêmio representa o reconhecimento de uma organização importantíssima para a indústria brasileira, que é a Odebrecht. Ver que o trabalho realizado até aqui tem, de fato, grande valor para a indústria serve como motivação para seguir o estudo e a pesquisa visando o desenvolvimento sustentável”, afirma Gabriela Olsson. Ela Termina dizendo: “De modo geral, penso que o projeto é um bom exemplo de como uma ideia inovadora pode se tornar uma solução inteligente de engenharia para os problemas ambientais que tanto se procura minimizar na atualidade”.

A professora Tatiana conversou com a equipe do Fique Sabendo. Confira a entrevista abaixo.

Fique Sabendo: O que é a premiação?

Professora Tatiana: O prêmio destaca projetos na área de engenharia e sustentabilidade.

 

Fique Sabendo: Qual a importância do prêmio para o curso de engenharia de materiais da Unisinos?

 

Professora Tatiana: Esse prêmio é importante para a engenharia de materiais, pois mostra a abrangência do curso. Os alunos do curso de engenharia de materiais podem trabalhar com colegas da engenharia química, por exemplo, e desenvolver projetos em parceria. Para um curso como a engenharia de materiais, que está em implantação, é muito importante para a sua divulgação.

 

Fique Sabendo: Como foi trabalhar com as duas alunas?

Professora Tatiana: Foi muito gratificante trabalhar com as duas alunas. Mesmo sendo de outro curso, elas entenderam que o foco do trabalho era o desenvolvimento de um novo material e as duas meninas sempre foram muito participativas. Mesmo uma delas indo para fora do país no programa Ciências sem fronteiras, a outra continuou tocando o projeto de forma exemplar.

 

Fique Sabendo: Que dicas você daria aos alunos que têm interesse em participar do prêmio?

Professora Tatiana: Acredito que o mais importante é fomentar a participação dos alunos nesse tipo de evento, pois eles crescem tanto profissional quanto pessoalmente. Aprendem a trabalhar em equipe e ampliar o conhecimento das diferentes áreas de atuação dos seus cursos.

 

Fique Sabendo: Você acha que o Prêmio Odebrecht tem o que ensinar tanto a alunos veteranos quanto aos novatos?

Professora Tatiana: Com certeza. A participação dos alunos independente de serem novatos ou veteranos só tem a acrescentar na formação dos mesmos.

 

Fonte: Fique Sabendo

www.premioodebrecht.com

 

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