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Engenharia de Energia é regulamentada pelo Confea

No início deste mês, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) discriminou as atividades e competências profissionais do engenheiro de energia e inseriu o respectivo título na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea. Com isso, a profissão está regulamentada.

“A partir de agora, o aluno vai se sentir muito mais seguro quanto ao futuro profissional. Será mais fácil obter estágios na área de formação e, posteriormente, empregos, pois o mercado de trabalho passa a conhecer esta modalidade de engenharia”, afirma a professora Maria Luiza Indrusiak, coordenadora da Graduação em Engenharia de Energia.

Até antes da regulamentação, não havia vagas específicas para profissionais dessa área em editais de concursos públicos. Além disso, quando o aluno concluía a graduação e buscava o registro junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), era apresentado a soluções alternativas, como receber título genérico de engenheiro.

Os profissionais que passaram por essa situação terão agora de entrar com um processo administrativo junto ao Crea para conseguir o título e as atribuições corretas, o que não é o caso dos estudantes da Unisinos. “Não tivemos nenhuma situação dessas entre os egressos da Unisinos, pois lutamos para que a resolução do Confea saísse antes de termos os primeiros formados. A boa sorte também nos ajudou e o objetivo foi atingido”, destaca Maria Luiza.

Cursos de Engenharia de Energia começaram a surgir no país há, mais ou menos, uma década. Hoje, já são mais de 15, a maioria em universidades públicas. Como não havia uma regulamentação das atribuições da modalidade, os cursos diferiam bastante em concepção e conteúdos curriculares. A partir de agora, a tendência é a uniformização, o que também poderá aumentar a visibilidade no mercado, já que o empregador saberá quais as habilidades previstas para o profissional que vai contratar.

A Unisinos e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul foram protagonistas nesse processo de incentivo à regulamentação. Os cursos de Engenharia de Energia de ambas as instituições foram criados na mesma época e possuem uma unidade de concepção, embora com características curriculares distintas, e a partir deles e do Crea/RS é que se iniciou o movimento nacional em busca dessa conquista.

“Esse protagonismo fez com que as grades curriculares e os planos político-pedagógicos dos dois cursos fossem as bases para o estudo da Comissão de Educação e Atribuição Profissional do Confea que determinou as atribuições do Engenheiro de Energia”, conclui Maria Luiza.

Texto: Pâmela Oliveira

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