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Fórum de Educação 2015: Contando histórias de pesquisa

Participe do Fórum de Educação, é um evento que ocorrerá aqui na Unisinos, onde cada palestrante vai contar de forma lúdica e criativa a sua pesquisa.

O Fórum é composto por uma disciplina curricular do PPG-Educação da Unisinos, tendo como objetivo a socialização entre a comunidade interna e externa à universidade as pesquisas realizadas pelo grupo de doutorandos. No Fórum da Educação deste ano, a atividade interna será oferecida para as licenciaturas da Unisinos.

A integração com os cursos de Licenciatura foi motivada com o intuito de dar mais visibilidade às pesquisas realizadas na universidade. Muitas vezes, a divulgação das investigações se dá, exclusivamente, por meio de publicações e eventos científicos, ficando restrita a pesquisadores. Desse modo, o Fórum é uma excelente oportunidade para os alunos terem contato com debates atuais do campo da Educação, na medida em que estes estão relacionados à profissão docente. Não deixa de ser, uma iniciativa de popularização da ciência, ainda que direcionada a alunos de Graduação.

Sua importância diz respeito tanto ao contato dos alunos com debates do campo da Educação, mas, igualmente, à oportunidade de se (re)conhecer diferentes modos de  fazer pesquisa. No evento, estarão reunidos doutorandos de diferentes linhas de pesquisa, o que evidencia a pluralidade de olhares tanto no que se refere a perspectivas teóricas, como a percursos metodológicos. Nesse sentido, trata-se de uma atividade que contribui, significativamente, para a própria construção dos trabalhos de pesquisa no âmbito da Graduação, isto é, dos Trabalhos de Conclusão de Curso

O fórum ocorrerá entre os dias 4 a 7/05 , no auditório Central.


Conheça os palestrantes e suas pesquisas:

Como nasce uma cultura?

Pedro Henrique Witchs

Motivado pela vontade de falar sem sons, Pedro aprendeu língua de sinais, o que o permitiu conhecer pessoas surdas e despertou seu interesse em pesquisar sobre a educação delas. Ao olhar para a história da surdez, ele percebe descontinuidades entre os modos de ser surdo ao longo do tempo. Suas inquietações sobre isso o levam a perguntar: como nasce uma cultura?


É possível o passado se encontrar com o presente?

Jeferson Luís Marinho de Carvalho 

O pesquisar é um ato que pode nos levar por diversas paisagens. Durante o Mestrado e agora no Doutorado em Educação, Jeferson lança-se novamente na pesquisa documental, com novos olhares, novas experiências e uma indagação: é possível o passado se encontrar com o presente?


Inclusão Escolar: outros olhares, outras possibilidades?

Raquel Fröhlich

Como professora de Educação Especial na rede pública de ensino, Raquel trabalha diretamente com alunos com deficiência. Em sua pesquisa de Doutorado, busca problematizar as práticas de atendimento educacional e suas relações com as políticas de inclusão estabelecidas ao longo da história da Educação Especial. Sobre isso, pergunta-se: como discutir as políticas de inclusão escolar na sociedade atual?


Universidade popular ou o popular na universidade?

Fernanda dos Santos Paulo 

Com experiência na Educação Popular, Fernanda vem estudando o tema desde a graduação. O foco de sua pesquisa no doutorado é: Repensando a universidade popular a partir das memórias de educadores(as) das primeiras gerações de Paulo Freire. Diante disso, para o Fórum de Educação 2015 propõe um diálogo sobre uma das dimensões da sua pesquisa, qual seja: universidade popular ou o popular na universidade?


Homo €conomicu$… Esse papo de humanidades interessa a quem?

João Batista Storck 

As Universidades jesuítas tiveram a sua gênese na Europa cristã renascentista, estruturando-se a partir dos princípios do humanismo cristão, possuindo, portanto, como centro o ser humano. Na sociedade atual, impactada pelo neoliberalismo, cujo centro é a questão econômica, como as universidades estão elaborando suas propostas e políticas educacionais?


Olhares da integração regional desde o sul

Julieta Abba

De nacionalidade Argentina e motivada por um forte sentimento latino-americano, Julieta veio ao Brasil com o propósito de indagar e descobrir experiências de universidades que priorizem a integração regional da Nossa América. Por isso, nesta oportunidade, apresentará uma de suas principais inquietudes: a integração regional da América Latina é um fenômeno atual ou pode remontar-se aos caminhos da história?


O nó do ensino médio: entre o ENEM, o trabalho e a vida.

Jonas Tarcísio Reis

Ex-aluno e professor da escola pública, filho da democratização da educação brasileira, Jonas se interessa em compreender como se dá o fenômeno educacional do ponto de vista epistemológico e ideológico, ao questionar-se: onde está o nó do ensino médio? E o ENEM, o trabalho e a vida, em que lugar ficam?


A pesquisa de carne e osso; alma e coração.

Luciane Rocha Ferreira

Luciane Rocha Ferreira é uma Mato-Grossense que possui sua formação embasada na práxis do Movimento Social. Busca na Educação Popular, na Sistematização das Experiências e na Fenomenologia Existencial, inspiração teórico-prática para sua Formação Humana e Profissional. Acredita na Economia Solidária como perspectiva “viável” de superação das realidades de opressão; por isso sente-se desafiada a seguir estabelecendo relações entre a Educação e a Economia Solidária.


Em 100 anos, o que mudou?

Viviane Inês Weschenfelder

Desde a graduação, Viviane optou por estudar os processos de in/exclusão que envolvem o sujeito negro ao longo do tempo. A historiadora aborda essa temática no campo da Educação, desenvolvendo sua pesquisa em espaços educativos não escolares, como o jornal e o blog. A partir dessa experiência com as relações étnico-raciais, uma pergunta que a instiga é: o que mudou em 100 anos?


Relação público x privado: afinal, quem ganha com isso?

Liane Vizzotto

A experiência de trabalho com a educação pública municipal motivou Liane a querer compreender a lógica do crescente aumento de instituições de natureza privada prestando serviços ao setor público, especialmente quando mais da metade dos Municípios da região onde mora passou a adotar os Sistemas Apostilados de Ensino em suas redes. seria essa uma alternativa para melhorar a educação, sendo os alunos, portanto, os principais beneficiados?


Gamificação: compartilhe essa ideia!

Lidiane Rocha dos Santos

Chegadas e partidas fazem parte da vida de viajante da Flamenguista Lidiane Rocha. No Amapá nasceu e segue desbravando o Brasil em busca do conhecimento. Em São Paulo formou-se Jornalista e Mestra em Comunicação. No Maranhão descobriu a vocação para a docência. Agora, no Rio Grande do Sul, sua inquietação no Doutorado em Educação é: como a gamificação pode contribuir com o ensino e a aprendizagem no Ensino Superior?


Podemos nos apaixonar pelo ATO DE PESQUISAR?

Deise Margô Müller

Deise é uma pesquisadora apaixonada pelo ensino através do uso da metodologia científica e pelo ato de pesquisar. Trabalha em uma instituição de ensino técnico há 25 anos e contará o princípio de sua paixão pela pesquisa; paixão que nasce na história da escola em que atua, a qual organiza, há 30 anos, a maior feira de ciências da América Latina, a MOSTRATEC.


O IDEB e a qualidade da educação

Evandro Anderson da Silva

As Políticas Educacionais é o campo de pesquisa que norteia seu trabalho, principalmente a temática das Avaliações em Larga Escala. Seu interesse surgiu a partir de sua prática escolar como pedagogo e diretor de escola no Paraná e da participação no grupo de pesquisa no Observatório da Educação. A principal questão levantada em suas investigações é: como são elaboradas, aplicadas e utilizadas as avaliações em larga escala no Brasil?


Avaliação em larga escala e o regime de colaboração entre União, Estado e Municípios do RS

Carmen Maria Koetz

Carmen é bolsista no projeto “Indicadores de Qualidade e Gestão Democrática” (Observatório da Educação – CAPES/INEP). Professora de Educação Básica do Estado do Rio Grande do Sul, atualmente exerce a função de diretora de uma escola do município de Novo Hamburgo. Nessa trajetória, o tema da avaliação em larga escala, pela importância dos debates, tem sido seu foco de pesquisa, articulado às relações intergovernamentais em regime de colaboração.


Eu pesquisadora? Quem pesquisa se pesquisa

Thayane Cazallas do Nascimento

Sem as questões de “gêneros” não se pode avançar. De maneira crítica compreensiva, Thayane busca a valorização do olhar na multiplicidade de experiências. Parte da ideia de que, se somos sujeitos plurais e históricos, falamos da formação de si mesm@s. Quem somos nós nos processos de fazer pesquisa? Pois, quem pesquisa se pesquisa. Nesse contexto, encontra na metodologia das Histórias de Vida o meio possível de identificar os eixos descontínuos do fazer pesquisa.


Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia: um discurso para todas as Ciências?

Giovana Alexandra Stevanato

Pedagoga e Professora do Ensino Superior na Universidade Federal de Rondônia, Giovana busca pela pesquisa responder ao seguinte questionamento: se é através do desenvolvimento da ciência e da tecnologia que se pretende melhorar a sociedade, por que há diferença entre os investimentos nas diferentes áreas das ciências?


Quem vai dizer que sou pescador?

Bianca Santos Bento da Silva

Pedagoga formada pela Universidade Federal de Pelotas/RS e Mestra em Educação pela Universidade Federal do Amazonas, a carioca Bianca Bento já andou o Brasil de Norte a Sul. É no encantamento pelos saberes das populações ribeirinhas do Amazonas que ela busca investigar de que maneira as políticas públicas de certificação de saberes legitimam as experiências construídas, no trabalho, por pescadores e pescadoras do município de Parintins/AM.


 

As inscrições devem ser feitas uma hora antes e no local do evento!

Comentários (2)
  • Eduardo Zanotti diz:
    29 de Abril de 2015

    "Bom Dia Márcia! As inscrições devem ser feitas uma hora antes do evento la no local mesmo, e o evento vale horas complementares. Abraço!"
  • Márcia Regina da Silva diz:
    28 de Abril de 2015

    "Quero muito me inscrever no Fórum de Educação 2015, mas não encontrei a ficha de inscrição! Desde já agradeço e aguardo ajuda! Márcia"

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