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Instituto Anchietano de Pesquisas completa 60 anos

Laboratorio de Zooarqueologia

O Instituto Anchietano de Pesquisas (IAP) comemorou, no dia 22 de abril, 60 anos de história. O início de suas atividades ocorreu no Colégio Anchieta, em Porto Alegre, sendo depois transferido para a antiga sede na Unisinos. Atualmente, o instituto encontra-se dento da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, onde são desenvolvidas pesquisas nas áreas de Arqueologia, Antropologia, Biologia e História.

Sob coordenação do professor e padre jesuíta, Pedro Ignácio Schmitz, as pesquisas são referência no mundo todo. Só o herbário, possui 140 mil plantas secas catalogadas, todas disponíveis também de forma online. “Já temos 6 milhões e trezentos mil acessos ao herbário, são pessoas de todos os lugares que buscam esse material para suas pesquisas”, conta o padre e pesquisador.

A história do padre jesuíta se confunde com a do IAP. Pesquisador sênior e bolsista de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1969, Ignácio, com 86 anos, ainda leciona no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia da Unisinos.

Ele conta, com orgulho, do início de sua trajetória no instituto. “Dia 22 de abril de 1956. Eu era, então, um jovem jesuíta, que morava e lecionava no Colégio Anchieta, em Porto Alegre, ao mesmo que estudava História e Geografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Lembro da tarde em que uns poucos jesuítas maduros, agrupados numa das salas de reunião do estabelecimento, me chamaram para secretariar a sessão de fundação do que seria o Instituto Anchietano de Pesquisas. Escrevi a ata e, como todos os que a subscreveram, fui declarado sócio fundador da nova entidade”, lembra.

O IAP foi criado, naquela data, para congregar jesuítas da província meridional da Ordem, que desenvolviam pesquisas nos colégios e na missão de Diamantino, no Mato Grosso, e para facilitar a publicação de seus trabalhos e garantir a continuidade de seus projetos e acervos.

Padre Ignácio destaca que, atualmente, o trabalho concentra-se nas pesquisas arqueológicas – com escavações em casas subterrâneas, que envolvem bolsistas, professores e pesquisadores – além da conservação do acervo religioso jesuíta e das plantas medicinais.

Para saber mais sobre as pesquisas realizadas no Instituto Anchietano de Pesquisas, clique aqui.

Texto: Bruna Mattana
Fotos: Arquivo Pessoal

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