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Confira as datas das bancas do Doutorado em Administração

Aluno: Fabio José Capecchi

Tema: “RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA EM REDES DE SUPRIMENTOS: UM ESTUDO NO SETOR CALÇADISTA GAÚCHO”

A presente Tese se propôs a discutir como que a estrutura de inter-relacionamentos organizacionais em rede impacta a responsabilidade social corporativa do setor calçadista Gaúcho a partir da organização focal Bibi Calçados LTDA que é situada na cidade de Parobé/RS. A pesquisa tem caráter descritivo, explicativo e exploratório pois, além de descrever como se comporta a estrutura de inter-relacionamentos em rede das organizações do setor calçadista gaúcho a partir da organização Bibi Calçados LTDA, também explica os  ponderados impactos que os construtos sintetizados pelo esquema conceitual-teórico proposto  por esta Tese exercem sobre o modelo de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) da unidade de análise considerada. Trata-se de um estudo exploratório concomitantemente, pois o fenômeno problematizado que trata dos impactos da estrutura de inter-relacionamentos em rede sobre a RSC ainda não se apresenta na literatura acadêmica com a devida clareza e solidez teórica nem empírica. A metodologia de pesquisa, inicialmente, utiliza-se da identificação e cálculo da métrica de redes centralidade obtidas através de coletas primárias e  secundárias junto aos stakeholders fornecedores e clientes da rede produtiva em análise e, por  fim, após a obtenção destes dados da rede e das variáveis independentes sintetizadas para este estudo no esquema conceitual-teórico (i.e stakeholders, sentidos e isomorfismo), o conjunto acumulado de dados foi submetido ao tratamento estatístico da ANOVA e de regressão  multivariada para que as devidas análises confirmatórias e reflexivas fossem sintetizadas. Os  resultados obtidos evidenciaram que os construtos constituintes da estrutura de redes  impactam a RSC de maneira ponderada e portanto, sugere-se que estes construtos sejam  incluídos no modelo de RSC tornando-o um modelo teórico com foco além do corporativo apenas, mas também com foco nas relações inter-organizacionais em redes. Como desafio

futuro desta linha de pesquisa, propõe-se que aos estudos sobre gestão da responsabilidade social corporativa em redes sejam incorporados a perspectiva da análise de redes sociais pois, a partir desta perspectiva de redes, poder-se-á entender atributos qualitativos formais e  informais de redes que impactam a RSC e, por consequência, avançar no conhecimento teórico sobre responsabilidade social corporativa ainda mais.

Dia: 29/05/2015

Horário: 18h

Local: Sala Conecta

 

Banca examinadora

Jorge Renato de Souza Verschoore Filho

Adriane Vieira Ferrarini

Claudia Cristina Bitencourt

Douglas Wegner

Ana Clarissa Matte Zanardo dos Santos

Ivan Lapuente Garrido

 

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Aluno: Alexandre Xavier  Vieira Braga

Tema: “AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO ENTRE A GESTÃO INTERORGANIZACIONAL DE CUSTOS (GIC) E O CONSÓRCIO MODULAR (CM), VISANDO A INCREMENTAR A COMPETITIVIDADE POR MEIO DA ESTRATÉGIA DE COLABORAÇÃO E REDUÇÃO DOS CUSTOS GLOBAIS DAS OPERAÇÕES”

Embora existam investigações teóricas e empíricas sobre consórcio modular, estudos sobre as relações entre os modulistas, o fluxo de informações e a Gestão Interorganizacional de Custos (GIC) em arranjos de consórcio modular são embrionários. O consórcio modular e a GIC induzem as empresas a ultrapassar as fronteiras organizacionais, no intuito de permitir que toda a cadeia de valor se torne mais eficiente. A presente tese, configurada com um Estudo de Caso com Objetos Incorporados, defende a possibilidade de aceitação que a associação entre consórcio modular e GIC promove mútuo aprendizado e maior redução dos custos globais de operações na cadeia de valor automobilística, do que adotadas isoladamente. Entende-se que as abordagens adotadas pelo consórcio modular de Resende (modularização de parceiros e GIC) são complementares e incluem diversos fatores comuns, tal como a partilha de projetos de P&D, entrosamento de seus funcionários em outras empresas, sistemas integrados de informações, transferência de conhecimento, bem como a necessidade de desenvolvimento de uma gestão interorganizacional mais eficiente. Neste contexto, o consórcio modular constitui-se em um elemento facilitador do processo de GIC, pois o custo admissível dos componentes é definido por equipes interorganizacionais de trabalho, que incluem design de produto, engenharia, compras e engenharia de produção. Assim, as empresas demonstram possuir uma relação de alta interdependência. Porém resta evidente que, nem sempre, os benefícios são compartilhados entre todos os atores envolvidos, em função da assimetria de poder entre a MAN e os modulistas. No que tange à troca de informações de custos os achados indicam forte ocorrência desta iniciativa, porém somente dos modulistas para a MAN. As evidências empíricas obtidas no presente estudo denotam o uso de poder pela MAN aos seus modulistas. O uso do poder pode favorecer a divulgação de dados de custos pelos modulistas, mas isso não garante o êxito da GIC em toda sua plenitude. Essa é uma limitação para a aplicabilidade da GIC através do open book accounting.

Dia: 22/05/2015

Horário: 10h

Local: sala E07316

Banca examinadora:

José Antônio Valle Antunes Júnior

Alejandro Martins Rodriguez

Marcos Antônio de Souza

Rafael Teixeira

Douglas Wegner

Clovis Antonio Kronbauer

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Aluno: Heitor Jose Cademartori Mendina

Tema: “PROPOSTA DE FRAMEWORK PARA INTERCOOPERAÇÃO ENTRE COOPERATIVAS AGROALIMENTARES ATUANDO EM REDE HORIZONTAL”,

Esta tese propõe um framework para incentivar a intercooperação entre cooperativas agroalimentares atuando em rede horizontal. Este framework foi desenvolvido a partir do modelo analítico de pesquisa originado da revisão da literatura, conforme a metodologia “Soft Systems Methodology”. Trata-se de uma pesquisa qualitativa baseada em estudo de casos múltiplos, realizado em três redes na região sul. Esta pesquisa tem por pressuposto que a intercooperação é uma estratégia de criação de vantagem competitiva para que cooperativas possam sobreviver e crescer em seus mercados de atuação. O estudo constatou que há fatores que influenciam a intercooperação e que concorrem para obtenção de resultados positivos ou negativos, dependendo de como são gerenciados. O impacto gerado pelos fatores identificados emergiu da coleta de dados de múltiplas fontes de evidências: análise de documentos, entrevistas com gestores das redes e observação neutra do pesquisador. Os resultados da pesquisa mostraram que os fatores impulsionadores da intercooperação foram: presença de marca forte para comercialização dos produtos, aprendizado organizacional, geração de economia de escala, redução de custos, tomada de decisão colegiada, utilização de mecanismos formais de governança, co-participação societária, gestão profissionalizada, criação de unidades de negócios independentes, cultura organizacional de qualidade e sustentabilidade, atendimento de requisitos setoriais, alto nível de exigência das cooperativas em relação aos cooperados, competitividade dos cooperados, poder moderador da central/rede, comercialização centralizada e internacionalização das cooperativas. Os fatores restritivos destacados foram: parcerias equivocadas, impossibilidade de abrir o capital, ausência de mecanismos formais de prestação de contas conjuntas, concorrência entre cooperativas, culturas organizacionais diferentes, jogos de poder, resistência à mudança, falta de visão de mercado, resistência à inovação e ausência de projetos de internacionalização. O framework mostra que governança/gestão da rede é o principal fator impulsionador da intercooperação. A partir da governança/gestão se forma a imagem de reputação/comportamento das cooperativas envolvidas e da própria rede. A reputação/comportamento impacta na governança/gestão, pois esta relação causal é relevante para a formação de alianças baseadas em responsabilidades e benefícios recíprocos. Esta relação entre governança/gestão e reputação/comportamento influencia na elaboração de estratégias de cooperação que, se realizadas de forma bem-sucedida, reforçam a imagem gerada pela reputação/comportamento da rede em seu ambiente de atuação. As estratégias de cooperação visam promover a evolução/desenvolvimento da cooperação e, quando for o caso, a internacionalização das cooperativas. Os resultados da evolução/desempenho da cooperação e da internacionalização podem promover vantagens competitivas visando assegurar a sobrevivência e o crescimento das cooperativas e da própria rede. As principais contribuições da tese, além do framework proposto, são: a identificação dos fatores de funcionamento de cooperativas agroalimentares que podem ser impulsionadores ou restritivos para a intercooperação, práticas de gestão para incentivar a mesma (intercooperação), a análise da relação entre o número de cooperativas e o tipo de estrutura mais indicado para a configuração da rede e a correlação do framework proposto com a Curva da Riqueza, com vistas a sugerir inovações nas cooperativas e nas redes. Como principal sugestão futura de estudo foi indicada validação estatística do framework proposto.

Dia: 29/05/2015

Horário: 9h

Local: sala Conecta

Banca examinadora:

Jose Antonio Antunes Valle Júnior

Jorge Renato de Souza Verschoore Filho

Pe. Jose Odelso Schneider

Oscar Rudy Kronmeyer Filho

Luciana Marques Vieira

Douglas Wegner

Eduardo Kunzel Teixeira

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Aluno: Marco Antonio Viana Borges

Tema: “CAPABILITIES FOR INCLUSION IN GLOBAL SUPPLY CHAIN”

To operate in global supply chains, there is need for development of capabilities to integrate different companies, from different countries with diverse cultures, economic and technological level. The semiconductor industry fits into a scenario of global production with a supply chain spread worldwide, seeking cost efficiency, mass production and flexibility. Brazil stands out in the global economy as an emerging country and has promoted public policies and incentives for the competitiveness of semiconductor chain in the country. The guidelines are made by public policies for the development of national production and tax incentives in order to attract foreign companies that are able to produce and develop the capabilities needed to create competitiveness. Considering that Brazil intends to move from a high consumer of microelectronics items to a competitive player in the semiconductor industry, this research aims to analyze what capabilities are needed by companies to become players in a global supply chain. The theoretical framework proposed for this investigation is designed to evaluate capabilities in a global supply chain. It proposes that the upgrading level results from capabilities developed by the companies and also influenced by political and economic factors. Productive, relational and innovative elements compose the set of global supply chain capabilities of this study. The method is descriptive-exploratory, using multiple case studies carried out in four Brazilian design centers. Data were collected through semi-structured interviews and document analysis. NVivo® supported data coding and analyses. The results demonstrate that Brazilian industrial policy affects the development of global supply chain capabilities of the national design houses, especially in terms of organizational and R&D processes. As consequence, the companies developed productive and relational capabilities and most of them are still in a process upgrading level. The development of global market and strengthening of innovative capabilities can lead companies to other upgrading levels and move the design houses up in the semiconductor global chain.

Dia: 26/05/2015

Horário: 13h30

Local: Sala Conecta

Banca examinadora:

Luciana Marques Vieira

Afonso Carlos Corrêa Fleury

Alsones Balestrin

Rafael Teixeira

Jose Antonio Antunes Valle Jr

Douglas Wegner

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Aluno: Silvio Bitencourt da Silva

Tema: “Orquestração DE REDES DE INOVAÇÃO EM Living Labs brasileiros para o desenvolvimento de inovações sociais”

Este trabalho analisa a orquestração de redes de inovação em Living Labs brasileiros para o desenvolvimento de inovações sociais. Para responder a questão de pesquisa e os objetivos propostos, buscou-se na Visão Baseada em Recursos – VBR contribuições para melhor compreender como são geridos e mobilizados os recursos compartilhados nas redes de inovação em Living Labs brasileiros no desenvolvimento de inovações sociais. Para os

estudos de casos, foram selecionados três Living Labs brasileiros: o Living Lab Habitat (Vitória, Espírito Santo), o Corais (Curitiba, Paraná) e, o TransLAB (Porto Alegre, Rio Grande do Sul). As evidências vieram de três fontes distintas: documentos ou registros, acesso a diferentes mídias, incluindo redes sociais e de entrevistas semiestruturadas Os dados foram analiados de acordo com categorias de análises contextuais que dizem respeito as inovações sociais e aos Living Labs e, específicas sobre a “orquestração de redes de inovação”. Em linhas gerais, o estudo contribuiu com a teoria existente de quatro maneiras: (i) uniformizando o debate em torno do campo de estudo sobre inovações sociais; (ii) refletindo sobre os emergentes Living Labs brasileiros e a sua ênfase no desenvolvimento de inovações sociais; (iii) criando conexões entre a ideia de um orquestrador e a noção de “orquestração de recursos” e com o conjunto de processos e tarefas específicas, denominado “orquestração de redes de inovação”, e (iv) promovendo a compreensão sobre como os Living Labs pesquisados conduzem a “orquestração de redes de inovação” para o desenvolvimento de inovações sociais. Mais especificamente, este estudo proporciona: a) a apresentação de um conceito denominado “redes de inovação social”, b) a construção de um quadro conceitual da inovação social c) a compreensão das concepções sobre Living Labs, d) a sugestão de uma definição para Living Labs, e) a ilustração do contexto de emergência dos Living Labs no Brasil, g) a identificação de um processo adicional na orquestração da rede de inovação, neste caso a co-criação, bem como as suas tarefas específicas: empoderamento, envolvimento e proximidade das partes interessadas, e h) a inserção da discussão da inovação social no âmbito da VBR. Além disso, possibilita aos gestores de Living Labs construirem um quadro de que os possibilite aprimorar sua gestão em relação as redes de inovação social a partir dos relatos  apresentados neste estudo e dos novos discernimentos obtidos.

Dia: 22/05/2015

Horário:10h

Local: sala E07302

Banca examinadora:

Claudia Cristina Bitencourt

Ely Laureano Paiva

Adriane Vieira Ferrarini

Luciana Marques Vieira

Ana Clarissa Santos

Eduardo Kunzel Teixeira

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Aluno: Vivian Sebben Adami

Tema: “IMPLICAÇÕES DAS PROPRIEDADES ESTRUTURAIS DE REDES PARA O GERENCIAMENTO DE PROJETOS INTERORGANIZACIONAIS DE GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA”

Uma das prioridades da agenda sustentável mundial é a promoção do uso de fontes energéticas renováveis, como a energia eólica. O crescimento do uso dessa fonte desenvolveu uma indústria na Europa e nos Estados Unidos para atender à demanda desses mercados precursores. Recentemente (na última década), o Brasil, juntamente com a China e a Índia, vem investindo na geração eólica, e destacando-se no cenário mundial. A implantação de parques eólicos acontece por meio de projetos interorganizacionais (PIOs), envolvendo atividades compartilhadas entre empresas com interesses e capacidades diferentes em um ambiente de riscos e incertezas. Esta pesquisa propõe-se a contribuir com a temática ainda nova dos PIOs da indústria eólica, tendo sustentação nos progressos recentes do

conhecimento sobre redes e propriedades estruturais. O objetivo principal é compreender as implicações das propriedades estruturais das redes estabelecidas no contexto dos PIOs de geração de energia eólica para seu gerenciamento. Estudos recentes têm adotado a perspectiva de redes para a compreensão e o aprimoramento das relações nos PIOs. Nesses estudos, os PIOs são entendidos como uma rede de atores interdependentes que pode ser detalhada a partir de suas propriedades estruturais em vários níveis. O mapeamento da rede, sua análise e caracterização a partir de múltiplos níveis iluminam questões até então complexas para o desenvolvimento dos parques eólicos. A introdução do nível triádico permitiu novas visões aos aspectos estruturais e posicionais dos atores. As redes são um fenômeno relativamente recente, e o campo de estudos ainda se ressente com a falta de pesquisas que abordem as estruturas relacionais entre os atores. A utilização conjunta de abordagens quantitativas, com a adoção da Análise de Redes Sociais, e qualitativas, com a realização de entrevistas semiestruturadas, possibilitou incorporar diferentes (e complementares) perspectivas de análises ao fenômeno. Em termos acadêmicos, uma das contribuições da pesquisa foi o desenvolvimento de um conceitual teórico para as propriedades estruturais dos PIOs em vários níveis, reforçando o poder explicativo da estrutura frente ao dos atributos individuais dos atores. Outra contribuição foi a identificação de relações e papéis-chave para a estruturação de modelos de gestão mais efetivos. Relações informais, invisíveis nas redes de fornecimento e contratos, acontecem dentro de uma lógica cooperativa, e são importantes na coordenação do projeto. Em termos gerenciais, as contribuições centraram-se na compreensão da estrutura relacional dos PIOs, de seu funcionamento, e em aspectos relacionados às implicações das propriedades estruturais para seu gerenciamento. A composição e organização dos PIOs foi revelada assim como a importância da cooperação ou de uma estrutura relacional que estimule a cooperação entre os participantes do projeto.

Dia: 29/05/2015

Horário: 13h30

Local: Sala conecta

Banca examinadora:

Jorge Renato de Souza Verschoore Filho

Edson Ronaldo Guarido Filho

Luis Felipe Maldaner

Alsones Balestrin

José Antônio Valle Antunes Júnior

Douglas Wegner

 

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