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Jornalismo da Unisinos é cinco estrelas no Guia do Estudante Abril

A Unisinos teve uma excelente avaliação no Guia do Estudante, da Editora Abril. De 28 cursos de graduação, oito deles receberam a classificação máxima do guia: 5 estrelas.

O Guia do Estudante é uma pesquisa de opinião feita com professores e coordenadores de curso. Eles emitem conceitos que permitem classificar os cursos em bons (três estrelas), muito bons (quatro estrelas) e excelentes (cinco estrelas).

“É importante ver esse salto de qualidade que anualmente a Unisinos registra, ao ter todos os seus cursos avaliados com notas 4 ou 5. O resultado aponta que, assim como conquistamos o reconhecimento acadêmico nas avaliações do MEC, também temos a certificação do mercado, por meio do Guia do Estudante”, destaca o diretor da Unidade Acadêmica de Graduação, Gustavo Borba.

Escrevendo boas histórias

Um dos cursos avaliados com cinco estrelas foi o Jornalismo que mostra o compromisso da universidade, dos coordenadores e professores com a formação dos alunos. Para o coordenador, Edelberto Behs, essa classificação no Guia Abril deve-se ao corpo docente do curso e as mudanças na grade curricular, que foram adaptadas as novas diretrizes. “Fomos ainda além das diretrizes, com o olhar voltado para o que é tendência no Jornalismo do futuro”, comenta.

A reflexão e produção no primeiro semestre de funcionamento da Beta Redação também é motivo de orgulho para o coordenador. A Beta é um espaço onde os alunos da disciplina de laboratório produzem conteúdo multimídia. “O nosso foco é trabalhar a reportagem em profundidade. Para isso é preciso tempo. E nós damos tempo para os alunos fazerem essas reportagens. O aspecto quantitativo é menos importante do que o qualitativo”, explica Behs.

Na Beta Redação, as nomenclaturas clássicas de editorias foram mudadas. Esporte e Entretenimento; Cidadania e Direitos Humano; Cultura, Educação e Tecnologia; Política e Economia e Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade são editorias que aproximam os alunos com as questões sociais.

Outro grande diferencial do curso é a preocupação voltada as questões da sociedade, buscando o fortalecimento da cidadania. O Enfoque Vicentina, Barrinha e Vila Kedi e o Jornal Babélia são exemplos de trabalhos que inserem o aluno em comunidades diferentes, mostrando uma realidade que não vemos dentro da sala de aula.

Para o coordenador, as mudanças tecnológicas influenciarão no futuro do jornalismo. Apesar de precisar acompanhá-las, elas não são as peças principais do processo. “No meu entendimento, precisamos olhar um pouco para o passado. Trabalhar questões de filosofia, sociologia, história e antropologia no curso. O jornalismo continuará sendo contar boas histórias. Valorizar muito a questão de credibilidade. Esses pilares do jornalismo nós precisamos fortalecer, seja em qual plataforma for. Mesmo com a tecnologia mais revolucionaria e sensacional que tiver, o jornalismo não vai deixar de contar boas histórias”, finaliza Behs.

Texto: Carolina Schaefer
Foto: Rodrigo Blum

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