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Guto Rausch destaca a importância do curso de Gastronomia

Graduado em Gastronomia, Guto Rausch está à frente da cozinha do restaurante Paisano, inaugurado este ano no Shopping São Miguel Center. Ele lembrou que a escolha pela profissão não foi imediata. “Fiz curso técnico em calçado e fiquei nesta área por 10 anos. Nesse meio tempo, vi que minha grande paixão era a gastronomia, que é isso que eu gosto de fazer todos os dias. Então, fui atrás de formação superior na Unisinos (São Leopoldo). Procurei conhecer os professores e coordenadores antes de iniciar o curso”, contou ele, que até então só cozinhava para família e amigos.

O curso de Gastronomia tem duração de três anos, com aulas de segunda a sexta-feira. “São quatro semestres de cozinha e dois semestres em sala de aula. Estudei à noite e, depois, fiz estágio em final de semana. O legal desse curso é que ele te dá toda a base histórica. Se tu vai fazer uma paella, por exemplo, aprende porque ela nasceu, em quais regiões da Espanha, quais as influências que teve. Todas essas informações a pessoa vai ligando para entender bem o prato”, comentou. “Para um cozinheiro profissional, é muito mais importante conhecer a parte histórica e a técnica do que propriamente fazer a receita. Até porque, receita cada um tem a sua; não existe receita certa ou errada. Existem muitos meios para se chegar ao fim dentro da cozinha. O curso dá toda essa base para ser um profissional, e não um reprodutor de receitas”, acrescentou Guto.

MERCADO DE TRABALHO

Em relação ao atual mercado de trabalho, ele destaca que o Estado conta com importantes pólos gastronômicos, como Porto Alegre, Gramado e Canela. “A Região Metropolitana também tem bons lugares para se começar a trabalhar, e a Serra Gaúcha em si dispõe de ótimas opções”, afirmou Guto, que trabalhou no famoso Saint Andrews Gramado, um hotel 6 estrelas. “Morei e trabalhei em Gramado por três anos. Foi uma experiência muito importante, que mudou meu nível profissional”, afirmou.

Sobre a rentabilidade da profissão, principalmente logo após a formação no curso, Guto explica que tudo depende do interesse no trabalho. “Não é preciso necessariamente abrir um negócio próprio. A gastronomia tem muitas possibilidades, tanto como empregado quanto como autônomo. Nesses centros que eu falei, o profissional é valorizado. Se você está dentro de uma grande rede e é qualificado, você é lembrado, promovido”, comentou.

Texto: Jornal Dois Irmãos
Foto: Repredução/Facebook

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