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    alimentação saudável

Sibutramina

Postado por Claudia Witt 1 Comentário em 12 - setembro - 2011

Introdução:

Antes de falarmos sobre a sibutramina, é de grande importância a compreensão de que todo e qualquer medicamento utilizado para combater a obesidade e o excesso de peso só poderá trazer algum benefício se associado a um programa de reeducação alimentar e ao estímulo de alguma atividade física.

Atualmente, a sibutramina é a droga mais utilizada para emagrecer no Brasil e nos Estados Unidos, de acordo com informações do British Medical Journal.

O posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Endocrinologia é de que a abordagem clínica da obesidade deve ser fundamentada em uma combinação equilibrada de um programa de modificação dietética e comportamental associada a um programa de exercícios físicos, e somado a esse modelo, o uso responsável de medicamentos, como a sibutramina, quando necessário.

A obesidade é uma doença crônica, progressiva e recidivante. O tratamento deve ser focado sempre na prevenção, pois as doenças associadas à obesidade, como o diabetes, a hipertensão arterial sistêmica e a dislipidemia, fatalmente irão necessitar de tratamento medicamentoso para o controle ou a reversão dessas patologias.

Mecanismo de ação:

Diferente de outros medicamentos utilizados para emagrecer, a ação principal da sibutramina não é a de reduzir a fome, ela atua aumentando a sensação de saciedade do paciente, criando com isso, condições para uma mudança mais duradoura dos hábitos alimentares.

A sibutramina age inibindo a recaptação da serotonina, o que aumenta a disponibilidade deste neurotransmissor em nível cerebral. Como não há um estímulo à produção da serotonina (apenas inibe a sua recaptação), trata-se de um mecanismo de ação bem mais seguro por não haver risco de produção excessiva.

A sibutramina constitui uma excelente opção que combina eficácia, segurança e fácil manejo por médicos com experiência na área de obesidade.

A sibutramina não causa dependência e não possui potencial de abuso. É considerada uma alternativa segura para o tratamento de excesso de peso não apenas pelo grande número de estudos científicos, mas também pela observação diária na prática clínica. Além disso, foi o único medicamento antiobesidade de ação central aprovado para uso a longo prazo pelo FDA (Food and Drug Administration).

Estudo SCOUT – Polêmica no uso:

A European Medicines Agency (EMA) publicou, em 21 de janeiro de 2010, comunicado recomendando a suspensão da licença de comercialização do medicamento sibutramina, baseada na análise do seu Committee for Medicinal Products for Human Use (CHMP), que concluiu que os benefícios da sibutramina são menores do que os riscos de seus efeitos colaterais (problemas cardiovasculares graves).

A decisão foi baseada no estudo SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcome Trial), cujo objetivo era avaliar possíveis benefícios da sibutramina no auxílio à perda de peso, em pacientes portadores de doenças cardiovasculares prévias, para quem a própria bula do produto contra-indica a prescrição.

Essa pesquisa clínica foi conduzida em cerca de 10.000 pacientes, há cerca de seis anos, seguindo um protocolo aprovado em Comitês de Ética em Pesquisa de diversos países. As avaliações dos resultados preliminares indicaram que houve um aumento de 16% de risco de complicações cardiovasculares no grupo que usou sibutramina.

Por outro lado, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), declara que os resultados apenas confirmam que não se deve prescrever sibutramina a pacientes com doença cardiovascular.

Nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), baseada no mesmo estudo, apenas determinou que a bula do medicamento alertasse que a sibutramina não deva ser usada por pacientes com história de doença cardiovascular, incluindo coronariopatias, acidente vascular cerebral ou isquemia transitória, arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial periférica e hipertensão arterial.

A advertência quanto ao uso da sibutramina em pacientes com doença cardiovascular sempre existiu e a bula do medicamento afirma explicitamente que o medicamento não deve ser utilizado em pessoas com história de doença cardiovascular.

ANVISA:

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou um alerta para os profissionais de saúde sobre o uso da sibutramina no Brasil. A ANVISA recomenda a contra-indicação do uso de medicamentos à base de sibutramina para pacientes com perfil semelhante aos incluídos no estudo SCOUT.

  • Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardiovasculares e cerebrovasculares;
  • Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Diretrizes atuais:

Após reunião da Diretoria Colegiada da ANVISA, com discussão do Relatório Integrado sobre Eficácia e Segurança dos Medicamentos Inibidores de Apetite, ficou decidido que a suspensão ou não dos fármacos emagrecedores será tomada numa reunião pública, ainda sem data definida.

O Diretor Presidente da ANVISA, afirmou que o relatório propõe o cancelamento do registro de todos os derivados anfetamínicos, permitindo, no entanto, a manutenção da sibutramina, com diversas restrições sanitárias.

Os técnicos sugerem a permanência da sibutramina devido a sua comprovada eficácia, que é a perda de 5 a 10% de peso em um período de quatro semanas em obesos.

A sibutramina deverá ser recomendada apenas a pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 30 e a pacientes não portadores de cardiopatia diagnosticada.

Conclusão:

A sibutramina quando bem indicada e com supervisão médica, geralmente é segura e bem tolerada.

A sibutramina só deve ser utilizada para o tratamento da obesidade e o excesso de peso, quando os pacientes não apresentam doença cardiovascular, e a dieta, exercícios físicos e a mudança do estilo de vida não foram suficientes para promover o emagrecimento.

Sérgio André Diamante

Médico do Trabalho

CREMERS 15023

Projeto Alerta

Ana Maria Pressi – Coordenadora

Cláudia Witt – Nutricionista

Adriano Teixeira e Sandra Flores – Técnicos em Enfermagem

Importância do Aleitamento Materno

Postado por Claudia Witt 1 Comentário em 1 - agosto - 2011

O leite materno é completo, isto é, possui todos os nutrientes essenciais que o bebê necessita durante os 6 primeiros meses de vida, conforme a

recomendação da Organização Mundial da Saúde. Com isto não é necessário alimentar o bebê com outros alimentos como chás, água, sucos, etc.

Obviamente que a mãe que necessita trabalhar após os 4 meses de licença maternidade previsto em Lei, acaba desmamando seu bebê neste período e com isso torna-se necessária a introdução de outros alimentos.

O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, ou seja, ele protege a criança de muitas doenças como diarréias, gastroenterites, doenças respiratórias, infecções urinárias, otites, diabete, leucemia, asma e dermatites. Ele também melhora o desenvolvimento mental, é digerido mais facilmente e melhora formação da boca e desenvolvimento dos dentes. A ama­mentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê, favorecendo o vínculo entre os dois.

A amamentação também traz muitos benefícios para a mãe como: facilidade na redução do peso após o parto; recuperação do útero para o seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto; redução do risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário; se a amamentação for exclusiva (primeiros 6 meses), pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

No caso do câncer de ovário, a etiopatogenia não está totalmente esclarecida, e uma das hipóteses plausíveis é de que o câncer apareceria no epitélio ovariano devido a traumas ininterruptos de ovulações e proliferações celulares, com a formação de cistos onde as células malignas poderiam se reproduzir mais facilmente. Essa teoria pode explicar porque fatos que interrompem a ovulação e descansam o ovário, como é o caso da amamentação, estariam associados a um menor risco de câncer.

Cuidados na amamentação:

Nos primeiros meses o peito deve ser dado ao seu filho sempre que ele pedir, pois o bebê ainda não tem horários definidos para mamar. Com o tempo é que ele vai fazendo seus horários de mamadas. Respeite o tempo de mamada do seu filho, cada criança tem um ritmo.

As mãos sempre devem ser lavadas antes de dar de mamar.

Você e seu bebê devem se sentir confortáveis na hora da mamada, ou seja, sentados em uma posição adequada, em um local calmo com pouco barulho e luz. Isso promove tranqüilidade para o bebê.

Dei­xe seu filho mamar até que fique satisfeito. Espere que ele esvazie bem a mama e então ofereça a outra, se ele quiser. O leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso. Na primeira mama, o bebê suga com mais força porque está com mais fome e assim esvazia melhor essa mama. Por isso, sempre comece com aquela que terminou a última mamada, para que o bebê tenha a oportuni­dade de esvaziar bem as duas mamas.

Após o aleitamento materno exclusivo, ou seja, aquele que só oferece leite materno, inicia-se a introdução de outros alimentos como arroz, massa, feijão, carnes, legumes, ovos, sucos, etc. Porém a recomendação é que o leite materno continue sendo oferecido ao bebê até os 2 anos de idade.

Lembre-se que não existe leite fraco ou pouca produção de leite. O que estimula a produção do seu leite é a própria sucção do bebê. Quanto mais você oferecer a mama a ele, mais irá produzir o leite.

Lembramos que a partir de amanhã, dia 2 de agosto, estará acontecendo o Grupo de Gestantes promovido pelo Setor de Serviços Sociais da Diretoria de Recursos Humanos da Unisinos. Este encontro irá ocorrer durante o mês de agosto nos dias 2, 9, 16 e 23, das 14h às 16h na sala de Capacitação D, piso térreo do Centro Administrativo do campus de São Leopoldo. Esta atividade é destinada a futuras mamães (alunas, funcionárias e professoras), podendo também participar os futuros papais, da Universidade.

Fonte: www.bvsms.saude.gov.br, www.leitematerno.org, www.scielo.br

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Cláudia Witt: Nutricionista

Adriano Teixeira e Sandra Flores: Técnicos em Enfermagem

O que é a Trombose Venosa Profunda?

Postado por Claudia Witt 2 Comentários em 11 - julho - 2011

O trombo é um coágulo sanguíneo, o qual caracteriza a trombose. Ele pode se formar nas veias logo abaixo da pele (superficiais) ou nas veias mais profundas.

As localizadas nas veias logo abaixo da pele são chamadas de Tromboflebite Superficial ou apenas Tromboflebite ou Flebite, e as localizadas nas veias mais profundas são chamadas de Trombose Venosa Profunda.

O trombo provoca uma inflamação na veia, a qual pode ser localizada ou se estender ao longo do local de origem.

Os sintomas aparentes são dor e vermelhidão na área afetada e edema. Pode ocorrer na panturrilha, pé e coxa, e muitas vezes ocorre em uma só perna.

Como ocorre a trombose?

Existem no nosso sangue substâncias procoagulantes e anticoagulantes. Quando há um desequilíbrio entre essas substâncias em favor dos procoagulantes, os mesmos formam os trombos.

Os fatores que favorecem a coagulação são divididos em 3 grupos:

1 – Estase – é a estagnação do sangue dentro da veia devido a inatividade prolongada, por exemplo: permanecer sentado por longo período de tempo (viagens de avião ou automóvel), pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, dificuldade de deambulação, obesidade, etc.

2 – Traumatismo na veia – ocorrem lesões na fina e lisa camada interna da veia, como trauma, introdução de medicação venosa, cateterismo, trombose anterior, infecções, etc.

3 – Coagulação fácil ou Estado de hipercoagulabilidade – ocorre um desequilíbrio em favor dos fatores procoagulantes. Isto pode ocorrer durante a gravidez, nas cinco primeiras semanas do pós-parto, uso de anticoncepcionais orais, hormonioterapia, portadores de trombofilia (deficiência congênita dos fatores da coagulação), etc.

A tromboflebite superficial geralmente não causa sérias complicações e poder ser tratada através de cirurgias. Já na Trombose Venosa Profunda os riscos de complicações são maiores.

Existem 2 tipos de complicações:

1 – Imediata ou Aguda: o maior risco é a embolia pulmonar, onde o coágulo da veia se desloca, podendo migrar até o pulmão, e ocluir uma artéria e causar risco de morte.

2 – Tardias: pode levar a Insuficiência Venosa Crônica (IVC), onde há uma destruição das válvulas existentes nas veias e que seriam responsáveis por direcionar o sangue para o coração. Ocorre edema, aumento de veias e alterações da cor da pele. Sem o tratamento ocorre o endurecimento do tecido subcutâneo, presença de eczema e a úlcera de estase ou úlcera varicosa.

Para qualquer tratamento deve-se primeiramente seguir as orientações de um médico.

Na Trombofleblite Superficial recomenda-se calor na área afetada, elevação das pernas e uso de antiinflamatórios não esteróides.

Na Trombose Venosa Profunda utiliza-se anticoagulantes injetáveis seguidos dos orais. A pessoa também deve ficar em repouso com as pernas elevadas e utilizar meias elátiscas.

Recomendações:

  • Não ser sedentário. Fazer exercícios físicos regularmente.
  • Procurar movimentar os pés como se estivesse operando uma máquina de costura em situações que exijam muito tempo sentado.
  • Quando estiver em pé parado, mover-se discretamente como se estivesse andando sem sair do lugar.
  • Ao permanecer acamado, fazer movimentos com os pés e as pernas.
  • Evitar o fumo.
  • Controlar o peso.
  • Se você necessita fazer uso de hormônios ou já foi acometido de trombose ou tem história familiar de tendência à trombose (trombofilia), deverás consultar regularmente seu médico.
  • Usar meia elástica se os tornozelos incharem com freqüência.
  • Nunca se automedicar.

Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional RJ

Clique no link abaixo para assitir o vídeo de como ocorre o processo da Trombose Venosa Profunda:

Trombose Venosa Profunda

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Cláudia Witt: Nutricionista

Sandra Flores: Técnica em Enfermagem

Os benefícios das pimentas

Postado por Claudia Witt 4 Comentários em 27 - junho - 2011

Ultimamente tem se falado muito sobre a pimenta e seus benefícios.

Muito se falou e ainda se fala que as pessoas deveriam ter cuidado ao ingerir pimenta, pois estas seriam as grandes causadoras de problemas como gastrites, úlceras e hemorróidas. Mas hoje esse tabu está sendo quebrado.

Além de ser um ótimo tempero, a pimenta tem propriedades analgésicas, antiinflamatórias e vitaminas antioxidantes como vitamina C e betacaroteno (precursor da vitamina A).

Estudos comprovam que ela reduz significativamente os riscos de doenças cardiovasculares, pois reduz os níveis de colesterol.

A pimenta possui um componente chamado de capsaicina, um carotenóide que fica na parte mais esbranquiçada onde ficam as sementes, que é o principio ativo responsável pelo benefício à saúde, a qual dá o sabor ardente. Esta substância tem papel no nosso organismo de aliviar dores de cabeça, controlar os níveis de glicose no sangue e ajudar no tratamento da rinite alérgica. Também auxilia nos tratamentos de artrite, reumatismo, doenças circulatórias, má digestão, reduz a formação de gases e melhora a produção do suco gástrico.

Ela auxilia na redução de peso e no controle da obesidade, pois estimula a produção de adrenalina e acelera o metabolismo, ou seja, aumenta o gasto energético corporal, por isso é chamado de alimento termogênico.

O consumo de pimenta dos brasileiros ainda é muito baixo, em torno de 0,5g por dia. Outros países há um consumo muito maior. Mas ainda faltam estudos que avaliem o consumo ideal para efeitos benéficos à saúde, e mesmo não sendo mais considerada um alimento causador de gastrites e úlceras, ela é contra-indicada para quem já sofre desses problemas.

Os tipos mais comuns de pimentas são:

Pimenta-do-reino branca e preta

Pimenta malagueta

Pimenta síria

Pimenta-dedo-de-moça

Pimenta cumari

Pimenta-de-cheiro

Vale lembrarmos que os molhos de pimentas contêm outros ingredientes como óleos, sal e outras substâncias. Talvez isso possa comprometer os benefícios da pimenta, pois o consumo desses ingredientes também aumenta. Portanto fica uma dúvida em saber se eles são tão bons quanto a pimenta in natura.

Fonte: Globo Repórter, Nutrição Sadia, Unimed, Revista Eletrônica Abril e Emex Nutrição Orientada

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A importância de dormir bem

Postado por Claudia Witt 0 Comentário em 6 - junho - 2011

O sono é uma necessidade básica de todo ser humano.

Quem não gosta de ter uma ótima noite de sono?

É fundamental termos noites de sono tranqüilas para nossa saúde.

Dormir faz bem para o corpo, mente, memória e até auxilia no emagrecimento.

Porém, percebemos que com a vida corrida do dia-a-dia, as horas de sono das pessoas em geral têm diminuído, muitas vezes por acharem que falta tempo para dormir a quantidade de horas recomendadas (em torno de 8 horas/dia) ou por simplesmente não se importarem em dormir menos.

A famosa sesta após o almoço renova as energias do organismo, fortalece a memória, aumenta a disposição para o restante do dia, diminui os riscos de ataques cardíacos, aumenta a concentração e a produtividade no trabalho. Apenas 15 minutos já é o suficiente para repor as energias gastas durante aquele período do dia.

Sentimos vontade de dormir após o almoço em função de o nosso organismo gastar energia para realizar a digestão, por isso ficamos sonolentos e com uma sensação de cansaço.

Porém devemos ter bem claro também que sentir sono durante vários momentos do dia ou dormir mal durante a noite pode ser sinal de algum distúrbio. Nestes casos a pessoa deve procurar ajuda de um profissional.

Dormir bem também auxilia no processo de emagrecimento, pois quando dormimos nosso corpo produz um hormônio chamado leptina, o qual é um inibidor natural do apetite. Se não dormimos adequadamente, a produção de hormônio é reduzida, facilitando o ganho de peso.

Existem evidências de estudos que mostram que pessoas que sofrem de algum distúrbio do sono têm maior prevalência de desenvolver bulimia e compulsão alimentar.

Dormir também é importante para o crescimento, pois durante as horas de sono nosso corpo produz outro hormônio, chamado de GH, que é o hormônio do crescimento, portanto muito importante para as crianças e adolescentes.

Devemos prestar mais atenção na nossa saúde. Dormir bem faz parte do nosso dia-a-dia e melhora nossa qualidade de vida. Procure dormir em locais com pouca luz, silenciosos e arejados, assim você terá uma noite tranqüila e despertará com mais vigor e disposição.

Fontes: Site Nutrição em Pauta; Minha Vida Saúde, Alimentação e Bem Estar

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