
Com o apoio da CAPES, a Profª. Drª Clea Beatriz Macagnan participou do evento apresentando três estudos:
1. NIVEL DE TRANSPARENCIA DE RECURSOS INTANGIBLES DE LOS BANCOS: PANAMÁ, BRASIL Y ESPAÑA
Edila HERRERA-RODRIGUEZ – Universidad de Panamá, eherreradeleon@hotmail.com; Clea MACAGNAN – Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, cleabeatriz@hotmail.com.
Este estudio analiza el nivel de transparencia sobre informaciones de los recursos intangibles, en los informes anuales publicados en las WEB de los bancos inscritos en el mercado de capitales: en Panamá, Brasil y España, durante el período 2006 al 2011. En Panamá fue analizada la bolsa de Panamá – BVP. En Brasil, la bolsa de São Paulo BM &F BOVESPA y en España las bolsas de Madrid y Barcelona. Se encontró una significativa diferencia del nivel de publicación de informes anuales enla WEBentre los bancos que cotizan en Panamá en relación a los de España y un poco más a los que cotizan en Brasil. Panamá publica el 12.75%, Brasil el 94.64% y España el 77.27%. En cuanto a transparencia de informaciones sobre recursos intangibles, se crearon 158 indicadores, en 5 categorías, para una muestra de 39 bancos. Panamá revela el 56.54%, Brasil 44.08% y España 60.66%.
2. TEORIA DA LEGITIMIDADE: UM LEVANTAMENTO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICAEM PERIÓDICOS DAÁREA CONTÁBIL E DE ADMINISTRAÇÃO
Carine de OLIVEIRA – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, carinedeoliveira01@gmail.com; Melissa GERHARD – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, mgerhard@terra.com.br; Ana HEINEN – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, anaheinen@yahoo.com.br; Clea MACAGNAN – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, clea@unisinos.br.
A teoria da legitimidade está relacionada com a área social, uma das três abrangências da ciência contábil, juntamente com o ambiente patrimonial e o econômico. A mesma tem como base as divulgações de informações contábeis de forma a beneficiar a organização. Está associada a elementos de natureza ambiental, tendo sua origem na década de 1970, ganhando força nas décadas seguintes. O objetivo do presente trabalho foi realizar um levantamento da produção de artigos científicos nas áreas da administração e contabilidades a fim de verificar quais enfoques utilizam a teoriaem questão. Foramutilizadas 21 revistas da base de dados da CAPES abrangendo as duas áreas (Administração e Contabilidade). O resultado obtido foram 18 artigos, dos quais um terço está relacionado com a área ambiental. Outras análises foram realizadas a partir do resultado das pesquisas.
3. PARTICIPAÇÃO FEMININA NA COMPOSIÇÃO DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO NAS EMPRESAS BRASILEIRAS: UMA REFLEXÃO A LUZ DA GOVERNANÇA CORPORATIVA E O ESTABELECIMENTO DE COTAS
Carine de OLIVEIRA – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, carinedeoliveira01@gmail.com; Melissa GERHARD – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, mgerhard@terra.com.br; Caroline ORTH – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, carolineorth@ig.com.br; Clea MACAGNAN – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, clea@unisinos.br.
A participação feminina nos conselhos de administração das empresas Brasileiras é escassa, conforme Instituto Brasileiro Governança Corporativa (IBGC, 2010), apenas 7,7% das posições nos conselhos de administração das companhias listadas são ocupadas por mulheres, alguns debates sobre o tema começam a ser feitos a partir do o projeto de lei (PLS) nº 112 de 2010 de autoria da senadora Maria do Carmo Alves que tem por objetivo tornar efetiva a presença de mulheres na composição dos conselhos de administração das empresas de capital majoritário da União. Objetivo do trabalho em sua primeira parte é analisar se a evolução participação da mulher em conselhos de administração em empresas brasileiras listadas nos anos de 2009, 2010, 2011, e realizar uma comparação com outros países, na segunda parte visa fazer uma revisão em estudos que já analisaram a inserção de cotas de participação em seus países e realizar uma discussão no contexto Brasileiro. Conclusão em termos de governança corporativa observa-se que as empresas listadas nos maior índice de governança, Novo Mercado, são onde se encontram o menor número de mulheres participantes nos conselhos, outro fenômeno encontrado foi (board interlock) a participação simultânea das conselheiras em diferentes empresas, em outros aspectos estão os interesses de classe social de elite e cultura institucional do país, questões que atribuem para discussão se as cotas de participação ajudam a promover a igualdade de gêneros e sua efetividade nos conselhos de administração. As afirmações sugerem que as empresas brasileiras necessitam avaliar outros aspectos de práticas de governança coorporativas para melhorar a diversidade de gênero nos conselhos.