Lady Gaga, Black Label Society, Chico Buarque: quem não gosta de música? Por trás de produtos e serviços musicais existe um setor complexo e relativamente jovem que, desde seu inÃcio, constantemente passa por fortes transformações. Hoje, no entanto, o ambiente do mercado da música fonográfica muda ainda mais intensamente: agora a influência principal na constituição desse ambiente vem do consumidor.

O êxito das empresas que participam na reconfiguração do mercado fonográfico depende de suas atividades de inovação. E foi justamente esse elemento que deu origem ao setor da música em primeiro lugar. No entanto, inovações como Napster, iPod e Spotify não são iguais as de Thomas Edison: nenhum desses serviços recentes redefine nossa experiência com música. Ao mesmo tempo, todos apresentam alguma medida de disrupção em relação à indústria, estabelecida desde os tempos de Edison. E é justamente essa inovação disruptiva que está no centro do atual desenvolvimento do mercado fonográfico.
Talvez não venha a existir uma solução única dirigida às oportunidades no mercado da música, e é por isso que essas oportunidades são tão atrativas, pois existe espaço para diversas perspectivas e abordagens de negócios. Veja exemplos como o Spotify, Pandora, Grooveshark e we7 – concorrentes com propostas similares e todos com representatividade.
É agora o momento de transformar o setor da música fonográfica de forma positiva, protegendo os interesses de artistas e consumidores, e ampliando a monetização da música digital.



