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	<title>Blog Pós-Graduação MBA e Especialização - Unisinos &#187; especialização</title>
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	<description>Blog dos cursos de MBA e Especialização</description>
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		<title>Capitalismo, TICs e consumismo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 12:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
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		<category><![CDATA[televisão e convergência digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O capitalismo sustenta-se no fomento incessante ao consumismo, acelerando a acumulação, por uma parte da sociedade. Trata-se de um modelo em que a necessidade de consumo é explorada de forma sempre crescente, a fim de manter o melhor desempenho de seus agentes constituintes, com o máximo de retorno, desta forma funcionando o todo social. Os esforços para estimular uma sociedade movida pelo consumo crescem de maneira gradativa, com publicitários, especialistas em marketing, executivos em geral e empresários ocupando-se em trazer soluções de consumo para a nova massa que surge, ao mesmo tempo em que cria atrativos para os segmentos já<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/03/07/capitalismo-tics-e-consumismo/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O capitalismo sustenta-se no fomento incessante ao consumismo, acelerando a acumulação, por uma parte da sociedade. Trata-se de um modelo em que a necessidade de consumo é explorada de forma sempre crescente, a fim de manter o melhor desempenho de seus agentes constituintes, com o máximo de retorno, desta forma funcionando o todo social. Os esforços para estimular uma sociedade movida pelo consumo crescem de maneira gradativa, com publicitários, especialistas em marketing, executivos em geral e empresários ocupando-se em trazer soluções de consumo para a nova massa que surge, ao mesmo tempo em que cria atrativos para os segmentos já integrados, provocando a inovação permanente.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Consumismo.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Consumismo-300x199.jpg" alt="" title="Consumismo" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-696" /></a></p>
<p>Para tanto, as tecnologias de informação e comunicação (TICs) são grandes aliadas. Elas possibilitam o desenvolvimento de produtos cada vez mais bem elaborados e portadores de funções facilitadoras, na sequência gerando novas necessidades e <em>must buy</em>. O celular e a internet são exemplos já incorporados ao cotidiano e ao modo de vida dos cidadãos, agindo, inclusive, como agentes transformadores das relações sócio-econômico-culturais. Explora-se, com o estímulo a novas necessidades, o desejo de se estar dentro do circuito do mais novo, melhor e mais funcional dos mundos, incentivando a constante renovação dos dispositivos tecnológicos. É o ciclo do consumo sem fim, onde a obsolescência forçada é fundamental.</p>
<p>A tecnologia tem um papel essencial na facilitação do consumo, estimulando a compra impulsiva e desnecessária, desta forma beneficiando corporações e dando força à orientação econômica vigente. Nesse quadro inserem-se as lojas <em>online</em>, acessíveis sem sair de casa, através de mecanismos que permitem o pagamento por esses produtos de forma rápida e segura, com alguns <em>clicks</em> de <em>mouse</em> e via cartão de crédito (na maioria das vezes com juros elevados, pela não quitação integral do débito, gerando endividamento elevado e contínuo). Dentro de algum tempo, a <a href="http://www.unisinos.br/especializacao/televisao-e-convergencia-digital/apresentacao">TV digital</a> trará a possibilidade de comprar produtos de comerciais com o próprio controle remoto, pois tudo estará interligado, se definido o canal de retorno.</p>
<p><strong>Vídeo e bloqueio</strong><br />
Circula na internet o vídeo <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MB6Z06W0Z6Y&#038;feature=related">We Are the Future</a></em> (Nós Somos o Futuro), em que adolescentes na faixa de 13 anos argumentam que os profissionais de marketing devem rever a maneira de fazer comunicação. A justificativa é que a massa consumista está crescendo de tal modo que o futuro das marcas será por ela determinada. Comentam sobre os formadores de opinião, salientando ser necessário que as empresas paguem esses consumidores alfas, pois sua atitude influenciará diretamente nos padrões de compra generalizado, o que reforça a ideia de que todos cada vez mais trabalham pelas marcas, gratuitamente, como se isto fosse inclusão.</p>
<p>Sendo o consumo a base da economia capitalista, de produção e demanda, de compra e venda, os profissionais responsáveis pela criação de uma condição favorável à aceleração da circulação estão cada vez mais atentos, ousados e valorizados. Suas investidas criam situações, não raro, inimagináveis, sempre procurando favorecer a circulação de mercadoria e capital. A pergunta que fica no ar é até quando tudo isso será sustentável. Chegará o dia em que o próprio ser humano será colocado para comercialização como um bem de consumo? Ou esse dia já chegou, sem que nem fosse percebido? Tudo isso denota a existência de um sistema que, longe de ser auto-sustentável, traz o enigma de sua superação na sua própria concepção.</p>
<p><em>*Artigo produzido em parceria com a aluna Jéssica M. G. Finger</em></p>
<p><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/assinatura_valerio_brittos2.png" alt="Valério Brittos, professor da Especialização Unisinos.<br />
Doutor em Comunicação. Atualmente é professor titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, vice-presidente da Unión Latína de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (ULEPICC-Federação), além de participar de outros projetos." border="0"  class="alignleft size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&#038;id=K4786024U5" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Crianças e Adolescentes em foco</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 20:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais]]></category>

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		<description><![CDATA[A última edição da Revista do Conselho Regional de Psicologia – Entrelinhas (Jul-Dez/2011), cuja temática foi a Infância, Adolescência e Juventude, reuniu vários artigos que instigam a reflexão. Um deles diz das implicações da Psicologia no fortalecimento das políticas públicas nesta área, incentivando os psicólogos a participarem das instâncias de Controle Social. Sem dúvida este é um caminho necessário, que vem ganhando espaço não só na prática de muitos colegas, como também no meio acadêmico, através da revisão curricular e do desenvolvimento de tecnologias neste sentido. Um dos exemplos são os trabalhos desenvolvidos nos Serviços-Escola das universidades, que integram a<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/03/02/criancas-e-adolescentes-em-foco/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última edição da <a href="http://www.crprs.org.br/publicacoes.php" target="_blank">Revista do Conselho Regional de Psicologia – Entrelinhas </a>(Jul-Dez/2011), cuja temática foi a Infância, Adolescência e Juventude, reuniu vários artigos que instigam a reflexão. Um deles diz das implicações da Psicologia no fortalecimento das políticas públicas nesta área, incentivando os psicólogos a participarem das instâncias de Controle Social. Sem dúvida este é um caminho<img class="alignright" title="teens2" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/03/teens2.png" alt="" width="300" height="450" /> necessário, que vem ganhando espaço não só na prática de muitos colegas, como também no meio acadêmico, através da revisão curricular e do desenvolvimento de tecnologias neste sentido. Um dos exemplos são os trabalhos desenvolvidos nos Serviços-Escola das universidades, que integram a formação acadêmica aos atendimentos do público em geral, buscando uma articulação com as redes de saúde, educação e assistência social dos municípios. No entanto, este trabalho em rede que fomenta a prática interdisciplinar não pertence somente à esfera pública, mas também ao âmbito privado. <a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/03/teens2.png"><br />
</a><br />
O compromisso social está igualmente no atendimento psicológico individual, na medida em que se estabelece uma articulação com toda a rede que envolve as crianças e adolescentes atendidos. Em especial nesta faixa etária, a família, a escola, os demais profissionais precisam se comunicar, para juntos entenderem as causas do sofrimento psíquico destes “pequenos”, que chegam aos consultórios com os mais variados rótulos: hiperativo, desatento, brigão, depressivo, entre tantos outros diagnósticos. O atendimento ao público infanto-juvenil permite além do tratamento a prevenção, na medida em que possibilita a redução de danos e a informação. Neste sentido, os pais têm um papel fundamental, pois são eles que trazem os filhos para o tratamento. Então, possibilitar um espaço de escuta para estas crianças, adolescentes e jovens, em que possam pensar sobre o sentido de suas ações, entender a causa dos seus sofrimentos e, acima de tudo, se sentir amparados para construir novas possibilidades de vida, este é o nosso compromisso, seja ele na esfera pública ou privada.</p>
<p>O <a href="http://www.unisinos.br/especializacao/psicoterapias-cognitivo-comportamentais/apresentacao" target="_blank">Curso de Especialização em Psicoterapia Psicanalítica de Crianças e Adolescentes</a>, organizado para receber psicólogos e profissionais de áreas afins, se encontra articulado com os Projetos de Ação Social da universidade e com a <a href="http://www.unisinos.br/mestrado-e-doutorado/psicologia/apresentacao">pós-graduação em Psicologia Clínica</a> da Unisinos, o que permite ao aluno transitar e usufruir dos conhecimentos, corpo docente e ferramentas desenvolvidas nestas instâncias. A prática supervisionada, aspecto fundamental na formação do psicólogo, ocorre individualmente durante um ano, possibilitando a discussão aprofundada de uma situação prática específica do aluno. O formato das aulas incentiva uma articulação entre teoria e prática, auxiliando os psicólogos clínicos, por vezes solitários no exercício da profissão, a ter um espaço qualificado de discussão e atualização teórica. A proximidade com o corpo docente e colegas é algo trabalhado e instigado no grupo, o que facilita a aprendizagem e troca de experiências.</p>
<p><img title="assinatura_michele" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/03/assinatura_michele.png" alt="" width="640" height="141" /><br />
<a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4771336T3" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial;" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes da professora." /></a></p>
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		<title>TV volta a apostar em telefilmes nacionais</title>
		<link>http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/02/29/tv-volta-a-apostar-em-telefilmes-nacionais/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=tv-volta-a-apostar-em-telefilmes-nacionais</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 11:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[A ficção televisiva apresenta enorme receptividade junto às audiências, grande potencial entre os anunciantes e ampla possibilidade de comercialização internacional. Seu custo elevado, no entanto, tem impedido a realização de produtos unitários: torna-se mais vantajoso investir em telenovelas ou minisséries, que cada vez contam com mais capítulos, diluindo seus custos. Em decorrência disso, o telefilme tem sido um formato pouco explorado. Por definição, trata-se de um produto audiovisual ficcional, com duração variável entre 50 e 80 minutos. No que tange a sua distribuição, segue caminho inverso aos tradicionais filmes comerciais: sua primeira exibição ocorre na televisão, eventualmente migrando para as<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/02/29/tv-volta-a-apostar-em-telefilmes-nacionais/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ficção televisiva apresenta enorme receptividade junto às audiências, grande potencial entre os anunciantes e ampla possibilidade de comercialização internacional. Seu custo elevado, no entanto, tem impedido a realização de produtos unitários: torna-se mais vantajoso investir em telenovelas ou minisséries, que cada vez contam com mais capítulos, diluindo seus custos. Em decorrência disso, o telefilme tem sido um formato pouco explorado. Por definição, trata-se de um produto audiovisual ficcional, com duração variável entre 50 e 80 minutos. No que tange a sua distribuição, segue caminho inverso aos tradicionais filmes comerciais: sua primeira exibição ocorre na televisão, eventualmente migrando para as salas de cinema, especialmente as dedicadas aos chamados circuitos alternativos.</p>
<p>No caso brasileiro, a produção de telefilmes é pífia. <a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Filmagem.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Filmagem-300x225.jpg" alt="" title="Filmagem" width="300" height="225" class="alignright size-medium wp-image-688" /></a>Em contrapartida, produções norte-americanas e canadenses são amplamente exploradas em sessões de cinema com grande audiência, como a Supercine, da Globo. Em um passado recente, o SBT chegou até mesmo a apresentar a sessão <em>Made for TV</em>, exibida em suas madrugadas, e dedicada aos títulos produzidos em regime de baixo custo. Apesar de seu elevado potencial comercial, os telefilmes estrangeiros nem sempre contam com nomes conhecidos do cinema mundial. Mas há exceções, como o norte-americano <em>Prayers for Bobby</em> (2009), que contou com a atuação de Sigourney Weaver, bastante conhecida dos <em>blockbusters</em>, e que chegou a ser vencedor do Golden Globe Awards (Globo de Ouro, em português), mesmo disputando com produtos audiovisuais de diversos formatos.</p>
<p><strong>Telefilmes brasileiros</strong><br />
Em dezembro de 2011, época dos tradicionais especiais de final de ano, as emissoras brasileiras aproveitaram para programar os telefilmes inéditos que estavam em seu catálogo. A realização dos títulos contou com a vinculação de produtoras independentes, cooperação necessária para captação de recursos federais via projetos de incentivo à produção audiovisual. No <em>Especial Record de Literatura</em>, a emissora homônima exibiu <em>O Madeireiro</em> (26/12), uma co-produção com a Contém Conteúdo; e <em>O Menino Grapiúna</em> (27/12), co-produzida com a Bossa Nova Filmes. Na sequência (29/12), a Globo programou <em>Homens de Bem</em>, produzida em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre. Os horários de exibição, sempre após as 23 horas, somados ao padrão tecno-estético diferenciado, não resultou maior audiência. O mais curioso foi ver Rodrigo Santoro, cuja dedicação atual visa participações em películas norte-americanas, novamente na tela da Globo; e Petrônio Gontijo, atualmente contratado da Globo, mas que durante a gravação de <em>O Madeireiro</em> ainda era contratado da Record.</p>
<p>Cabe ressaltar que a Globo tem sido a que mais investe na experimentação de formatos, ainda que sem tradição em telefilmes, que, na verdade, não estão (ainda) incorporados ao fazer audiovisual nacional. Os atuais projetos da emissora contemplam desde minisséries de quatro, 16 e 30 episódios a séries semanais com 30 minutos de duração (que se tornam expansíveis no vídeo, mediante a inserção de intervalos comerciais). O formato unitário, como é o caso dos telefilmes, tem contemplado histórias cuja trama pode ser mais bem desenvolvida em um curto espaço de tempo, e que, devido a sua essência narrativa, dificilmente funcionariam no núcleo de uma telenovela.</p>
<p><strong>Iniciativa e fomento</strong><br />
As recentes produções de telefilmes têm sido beneficiadas por recursos federais e estatais. No âmbito estadual, a Secretaria da Cultura de São Paulo selecionou, em 2011, através de seu <em>Programa de Ação Cultural</em>, 10 projetos que contemplavam a criação e o desenvolvimento de um roteiro inédito para produção de telefilmes, oferecendo recurso de R$ 40 mil para cada contemplado. Desta gama, quatro projetos foram contemplados para produção, sendo beneficiados com R$ 600 mil cada. Os contemplados na segunda etapa ainda têm direito a diárias de câmera digital e de estúdio, equipamento de iluminação e suporte técnico. Os telefilmes têm sua exibição assegurada na programação da TV Cultura.</p>
<p>Neste caso específico, a emissora fica com 60% da receita advinda dos direitos de comercialização do telefilme, em todas e quaisquer mídias, pelo período de 10 anos. Os 40% restantes da receita advinda dos direitos de comercialização são de propriedade de seus realizadores. Ainda, possui cessão exclusiva dos direitos de exibição do telefilme, em todas as mídias, durante o período de um ano. Passado este período, a TV Cultura segue com o direito de exibição permanente, porém sem exclusividade.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Andres.png"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Andres.png" alt="" title="Andres Kalikoske Teixeira" width="640" height="141" class="alignleft size-full wp-image-686" /></a></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4241037P8" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
<p><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/assinatura_valerio_brittos2.png" alt="Valério Brittos, professor da Especialização Unisinos.<br />
Doutor em Comunicação. Atualmente é professor titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, vice-presidente da Unión Latína de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (ULEPICC-Federação), além de participar de outros projetos." border="0"  class="alignleft size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&#038;id=K4786024U5" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Uma proposta para a reestruturação da TV pública brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 10:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[televisão e convergência digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresenta-se aqui uma proposta de mudança estrutural da TV de massa no Brasil. O esboço de proposta aqui apresentado, que tem sido defendido pelos autores em diferentes fóruns e situações, é muito simples na sua formulação, embora envolva problemas de difícil solução no que se refere à construção social de uma nova institucionalidade, que só será possível a partir de uma mudança efetiva na balança de poder entre os diferentes agentes envolvidos na regulação das comunicações. O Brasil conta, desde o início da década de 70 do século XX, com um sistema público estatal de televisão educativa, atingindo praticamente todo<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/02/22/uma-proposta-para-a-reestruturacao-da-tv-publica-brasileira/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresenta-se aqui uma proposta de mudança estrutural da TV de massa no Brasil. O esboço de proposta aqui apresentado, que tem sido defendido pelos autores em diferentes fóruns e situações, é muito simples na sua formulação, embora envolva problemas de difícil solução no que se refere à construção social de uma nova institucionalidade, que só será possível a partir de uma mudança efetiva na balança de poder entre os diferentes agentes envolvidos na regulação das comunicações.</p>
<p>O Brasil conta, desde o início da década de 70 do século XX, com um sistema público estatal de televisão educativa, atingindo praticamente todo o território nacional, constituído por emissoras ligadas, na sua maioria, aos governos estaduais – com algumas poucas ligadas às universidades federais públicas presentes no respectivo estado da Federação, como é o caso no da TV Educativa de Pernambuco. Trata-se de uma criação do regime militar instaurado no Brasil a partir de 1964, que optou por manter o sistema comercial privado, apoiando fortemente a sua concentração em torno da Rede Globo de Televisão, mas não abriu mão do controle de uma rede pública estatal.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Televisao.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Televisao-300x202.jpg" alt="" title="Televisão" width="300" height="202" class="alignright size-medium wp-image-678" /></a></p>
<p>Um princípio que pode ser tomado como consensual é aquele constitucional da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal, mesmo que as definições de cada um desses conceitos ainda não existam, nos termos da lei, sendo a sua definição, parte do problema, que não será tratada aqui. Em todo caso, pode-se partir dos seguintes princípios:</p>
<p>a) O sistema privado não se pode eximir das obrigações de serviço público, visto tratar-se de concessão pública, exigindo, no caso dos países plenamente democráticos, contratos de concessão, cadernos de encargos e controle público sobre os conteúdos, de modo a evitar as distorções conhecidas no mercado brasileiro: censura privada e manipulação;</p>
<p>b) O sistema público estatal deve submeter-se também a formas democráticas de controle público, evitando concentração de poder e uso político dos meios;</p>
<p>c) O sistema público não estatal (ou privado sem fins lucrativos, se se preferir, como é o caso da TV comunitária, ou da universitária conhecida no Brasil), assim como o estatal, deve atuar excluído da lógica da publicidade comercial, salvo as exceções conhecidas de patrocínio cultural, conforme regulamentação específica.</p>
<p>Tendo em vista que as necessidades do sistema público não estatal, não lucrativo, devem ser preenchidas, de alguma forma, pelo Estado, não diferindo, em essência, daquelas do público estatal (financiamento e qualificação técnica), pode-se pensar num modelo constituído, à moda européia, no seu conjunto por dois setores (público e comercial). Do ponto de vista da complementaridade, à produção regional, independente e plural, deve-se garantir direito de acesso à antena, tanto no sistema privado, quanto no público.</p>
<p>Assim, pode-se pensar, como na Europa, em um sistema público constituído por três redes nacionais, a saber:</p>
<p>a) Um primeiro canal centralizado, à maneira do que pretende ser a TV Brasil, com capacidade de concorrer pela liderança de audiência em nível nacional. Um canal deste tipo deveria propor-se a conquistar uma participação de 30% da audiência nacional (share);</p>
<p>b) Um segundo canal mais segmentado – que poderia ser definido em nível estadual, como as atuais emissoras educativas, mas com o mesmo elevado grau de autonomia financeira e de gestão pensada para a primeira TV e dispondo de mecanismos semelhantes de controle público. Teria por objetivo algo em torno de 15% de share diário, podendo disputar espaço com a primeira rede em determinados momentos, através de uma programação mais vinculada à cultura local;</p>
<p>c) O terceiro canal totalmente descentralizado, com uma grade estruturada à base de produção local independente, muito próximo do que deveria ser uma TV comunitária. A coordenação da grade se daria, de um modo geral, em nível local, mas o conjunto das emissoras desse sistema se articularia em rede nacional, em determinados horários, de modo a permitir que toda a produção local pudesse atingir, em algum momento, a audiência nacional, como ocorre tradicionalmente com a televisão pública alemã, por exemplo. Em média poder-se-ia supor um share de 5%.</p>
<p>Evidentemente, tal proposta é para a televisão aberta. A TV pública também deve participar de alguma forma da televisão fechada, mas isso não será tão importante, no caso da consecução de uma proposta deste matiz. Se somados os índices propostos como objetivo para cada uma das três redes, tem-se participação em precisamente metade da audiência nacional, o que garante complementaridade e equilíbrio ao conjunto do sistema. Claro que, além dessas, permaneceriam, e com sinal aberto, as emissoras do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, com a incumbência explícita de transmitir as sessões do plenário e das comissões das respectivas casas, por exemplo, cumprindo sempre a obrigação de publicidade, sem preocupação com índices de audiência. Também o Canal Brasil, criado para atender à exigência legal de divulgação do cinema brasileiro, deveria ser distribuído em aberto, assim como outros canais de utilidade pública (como de t-government e educação à distância – EAD) e de serviço eventual.</p>
<p>Na medida em que permite a ampliação do espectro, a TV digital serve à proposta aqui esboçada. Além disso, nas negociações em torno da reestruturação do sistema atual, visivelmente inadequado, seja do ponto de vista democrático, da competitividade sistêmica do país na área ou da preservação da diversidade cultural e da cultura brasileira, será preciso discutir o interesse nacional em manter determinado tipo de empresa atualmente em funcionamento, que prima pelo oferecimento de todo tipo de conteúdo religioso, tele-compras e programação de qualidade duvidosa.</p>
<p>Por certo, não cabe aqui julgar a programação das emissoras, mas é inegável que a sociedade brasileira deve dispor de mecanismos democráticos para tal, já que a própria homogeneidade da programação, que impera mesmo nas redes comerciais mais conhecidas, dadas as limitações do espectro – que se reproduzirão, aliás, em grande medida, na televisão digital, dada a solução a que se chegou, no Brasil, de deixar a decisão a respeito de sua utilização basicamente nas mãos dos atuais radiodifusores – representa uma censura estrutural a qualquer conteúdo divergente daqueles definidos pelos setores hegemônicos da comunicação social, que ainda detém o monopólio da mediação social no país.</p>
<p><em>*Artigo produzido em parceria com o professor César Ricardo Siqueira Bolaño</em></p>
<p><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/assinatura_valerio_brittos2.png" alt="Valério Brittos, professor da Especialização Unisinos.<br />
Doutor em Comunicação. Atualmente é professor titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, vice-presidente da Unión Latína de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (ULEPICC-Federação), além de participar de outros projetos." border="0"  class="alignleft size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" /></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&#038;id=K4786024U5" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Estilo de Vida e Doenças Crônico Não Transmissíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 10:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Importantes transformações demográficas, econômicas, sociais e tecnológicas ocorridas nas últimas décadas propiciaram mudanças significativas no padrão de morbimortalidade nas sociedades modernas. O aumento da expectativa de vida, a redução das mortes por doenças infectoparasitárias e o aumento da mortalidade por doenças crônico não transmissíveis (DCNT) como hipertensão, dislipidemias, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e câncer, tornaram complexo o quadro de saúde das populações. De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), no Documento Estratégia Mundial sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, estas doenças representam a principal causa de morte e incapacidades no mundo inteiro (59% de todas as<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/02/15/estilo-de-vida-e-doencas-cronico-nao-transmissiveis/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importantes transformações demográficas, econômicas, sociais e tecnológicas ocorridas nas últimas décadas propiciaram mudanças significativas no padrão de morbimortalidade nas sociedades modernas. O aumento da expectativa de vida, a redução das mortes por doenças infectoparasitárias e o aumento da mortalidade por doenças crônico não transmissíveis (DCNT) como hipertensão, dislipidemias, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e câncer, tornaram complexo o quadro de saúde das populações. </p>
<p>De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), no Documento Estratégia Mundial sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, estas doenças representam a principal causa de morte e incapacidades no mundo inteiro (59% de todas as mortes no mundo e 45,9% do total de doenças). Neste contexto, mudanças nos indicadores nutricionais também foram observadas, especialmente no que se refere ao incremento da obesidade. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a obesidade já atinge 300 milhões de adultos no mundo. A obesidade assume relevância para o campo da saúde na medida em que está associada a um grande número de doenças crônicas. Somam-se aos danos fisiológicos, impactos psicossociais relacionados à questão do estigma e da discriminação dos indivíduos sob esta condição. A obesidade revela-se, portanto, um agravo extremamente complexo que se constitui num dos maiores desafios de Saúde Pública deste século.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Comida-calorica.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Comida-calorica-300x217.jpg" alt="" title="Comida calórica" width="300" height="217" class="alignright size-medium wp-image-667" /></a></p>
<p>Nos últimos 20 anos, a obesidade infanto-juvenil cresceu 66% nos Estados Unidos. Paradoxalmente, no Brasil, além da fome e da desnutrição, também tem aumentado de forma importante o número de pessoas com excesso de peso e com obesidade. Segundo a OPAS, a incidência de obesidade infanto-juvenil no Brasil cresceu 240% nos últimos 20 anos. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sinalizou que, no ano de 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2008, o excesso de peso atingia 33,5% das crianças de 5 a 9 anos. A prevalência de obesidade foi 16,6% em meninos e 11,8% em meninas. Na faixa etária entre 10 a 19 anos, o excesso de peso passou de 3,7% (1974-75) para 21,7% (2008-09) no sexo masculino e de 7,6% para 19,4% no sexo feminino. Ao mesmo tempo em que declina a ocorrência da desnutrição em crianças e adultos num ritmo bem acelerado, aumenta a prevalência de sobrepeso e obesidade na população brasileira. A projeção dos resultados de estudos efetuados nas últimas três décadas é indicativa de um comportamento claramente epidêmico do problema. Estabelece-se, dessa forma, um antagonismo de tendências temporais entre desnutrição e obesidade, definindo uma das características marcantes do processo de transição nutricional do país.</p>
<p>A consciência do problema ainda é incipiente, embora a OMS tenha declarado a obesidade uma epidemia global que ameaça principalmente os países em desenvolvimento. A urbanização, proliferação de carros, utilização de “fast foods”, sedentarismo e longas jornadas de trabalho diante do computador, têm levado os países emergentes, como Brasil, Índia e população passou da desnutrição à obesidade porque teve acesso a grande quantidade de alimentos baratos, mas de baixa qualidade nutricional, industrializados, ricos em gorduras e açúcar. Este é um fenômeno que afeta todos os segmentos e classes sociais. A sociedade urbano-industrial abriga famílias deslocadas de áreas rurais que já não produzem alimentos para seu próprio consumo. A alimentação fora de casa também é cada vez mais frequente. Tais mudanças favorecem o consumo de alimentos processados e de alta densidade calórica, com crescente substituição de carboidratos integrais e ricos em fibras por gorduras e de proteínas de origem vegetal por proteínas de origem animal. Populações mais pobres têm, por força do menor custo e da desinformação, maior acesso a estes tipos de alimentos, o que tem gerado o rápido crescimento da obesidade entre estas pessoas. A obesidade é responsável por 30% das mortes no Brasil e os indivíduos das classes média e alta têm maiores possibilidades de prevenir ou tratar essa doença, pois podem pagar por programas de emagrecimento e de atividade física, não acessíveis às classes menos favorecidas da população.</p>
<p>A partir de todos esses dados fica visível que o Brasil é um país recortado pela fome, pela obesidade e, consequentemente, pelo aumento da ocorrência de DCNT. Para conter estas situações tão contraditórias é necessário um esforço conjunto dos governos e da sociedade civil para que estes problemas sejam considerados prioridade nas políticas públicas de nutrição e saúde. </p>
<p>É cientificamente comprovado que mudanças nos hábitos alimentares e na atividade física podem influenciar fortemente vários fatores de risco para a ocorrência de DCNT. A OMS, através da Estratégia Mundial sobre Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde, iniciada em 2002, tem enfatizado a importância do engajamento dos profissionais de saúde, das indústrias de alimentos, dos governos, da imprensa e da sociedade civil no processo de conscientização da população para a prática de hábitos alimentares saudáveis e de atividade física.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Denise.png"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Denise.png" alt="" title="Professora Denise Zaffari" width="640" height="141" class="alignleft size-full wp-image-656" /></a></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4779492J6" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Oficina sobre desenvolvimento de aplicativos para a TV</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 11:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[aula de degustação]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
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		<category><![CDATA[televisão e convergência digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A Especialização em Televisão e Convergência Digital está promovendo a aula aberta Desenvolvendo Aplicativos para a TV Digital. A oficina ocorre no dia 2/3, das 19h às 22h, na Unisinos CIEE, em Porto Alegre, e terá como ministrante o Prof. Ms. Alan César Angeluci, que atua na USP. Veja mais informações e como se inscrever.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.unisinos.br/especializacao/televisao-e-convergencia-digital/apresentacao">Especialização em Televisão e Convergência Digital</a> está promovendo a aula aberta <strong>Desenvolvendo Aplicativos para a TV Digital</strong>. A oficina ocorre no dia 2/3, das 19h às 22h, na Unisinos CIEE, em Porto Alegre, e terá como ministrante o Prof. Ms. Alan César Angeluci, que atua na USP.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/televisao-e-convergencia-digital/2012/02/11/aula-aberta-aborda-o-desenvolvimento-de-aplicativos-para-a-tv-digital/">Veja mais informações e como se inscrever</a>.</p>
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		<title>Manejo Nutricional da Lipodistrofia Ginóide</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por muitas décadas, várias teorias a respeito da etiopatogenia da Lipodistrofia Ginóide (LG) têm sido sinalizadas, entre elas, a presença de edema causado pela excessiva hidrofilia na matriz extracelular, as alterações homeostáticas na microcirculação e a conformação anatômica do tecido subcutâneo nas mulheres. Atualmente, estas teorias devem ser repensadas, em função dos avanços no conhecimento da composição e fisiologia do tecido adiposo, cujo papel na regulação do equilíbrio energético e na modulação da ingestão alimentar, através da secreção de várias substâncias com ações endócrinas e parácrinas (hormônios, fatores de crescimento, citocinas, etc&#8230;), já é bem documentado na literatura. As causas<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/02/08/manejo-nutricional-da-lipodistrofia-ginoide/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por muitas décadas, várias teorias a respeito da etiopatogenia da Lipodistrofia Ginóide (LG) têm sido sinalizadas, entre elas, a presença de edema causado pela excessiva hidrofilia na matriz extracelular, as alterações homeostáticas na microcirculação e a conformação anatômica do tecido subcutâneo nas mulheres. Atualmente, estas teorias devem ser repensadas, em função dos avanços no conhecimento da composição e fisiologia do tecido adiposo, cujo papel na regulação do equilíbrio energético e na modulação da ingestão alimentar, através da secreção de várias substâncias com ações endócrinas e parácrinas (hormônios, fatores de crescimento, citocinas, etc&#8230;), já é bem documentado na literatura. </p>
<p>As causas da LG, embora ainda não totalmente esclarecidas, apontam para uma situação multifatorial e dependente de fatores genéticos (etnia, sexo, biotipo), hormonais (estrogênio, insulina, catecolaminas, hormônios da tireóide, prolactina), vasculares e aqueles ligados ao estilo de vida (sedentarismo, hábitos alimentares, tabagismo, stress). Não obstante exista, na prática clínica, uma relação importante da LG com o sobrepeso e erros alimentares, pacientes eutróficas também podem apresentar LG em função do depósito aumentado de gordura em determinadas regiões do corpo.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Prato.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Prato-300x179.jpg" alt="" title="Alimentação saudável" width="300" height="179" class="alignright size-medium wp-image-661" /></a></p>
<p>Vários fatores influenciam a lipogênese e contribuem para diminuir ou aumentar a espessura do tecido adiposo. A dieta hipercalórica e hiperglicídica estimula a lipogênese em função de aumentar a atividade da enzima lipase lipoproteica. Além disso, o excesso de carboidrato (CHO) e gordura é armazenado no tecido adiposo na forma de triglicerídeos. A dieta rica em CHO, principalmente os simples (refinados) de rápida absorção, estimula a secreção de insulina, um hormônio anabólico (promove o estoque de nutrientes) e lipogênico. </p>
<p>A insulina também aumenta a captação de aminoácidos no músculo e no fígado para a síntese de proteínas e de glicose na musculatura esquelética, glândula mamária e tecido adiposo, além de potencializar a deposição de glicogênio no músculo e fígado. A resistência à insulina é outro aspecto que tem sido sinalizado na etiopatogenia da LG, uma vez que leva à hiperglicemia e à hiperinsulinemia. Nas situações onde ocorre edema, o excesso de sal pode ser prejudicial, embora não tenham sido encontrados estudos demonstrando esta associação na LG. A perda de peso e a alimentação adequada têm sido apontadas como fatores que podem melhorar a LG, embora ainda não sejam encontrados, na literatura científica, estudos com metodologia adequada que tenham avaliado o efeito da alimentação ou de um alimento/nutriente específico sobre a prevenção e tratamento da LG.</p>
<p>Os objetivos do manejo nutricional na LG são promover o ajuste do peso corporal, prevenir o ganho de peso e as complicações clínicas associadas e buscar o bem estar físico e psicológico dos indivíduos. O diagnóstico nutricional é baseado na avaliação antropométrica (peso atual, ideal e ajustado, altura, cálculo do Índice de Massa Corporal – IMC, dobras cutâneas, circunferência abdominal (CA), circunferência da cintura (CC) e relação cintura quadril CC/CQ); história clínico nutricional (exame físico nutricional, avaliação das comorbidades, história familiar, hábitos alimentares); avaliação bioquímica (glicemia, perfil lipídico e outras dosagens que se fizerem necessárias, decididas em conjunto com a equipe multidisciplinar).</p>
<p>A prescrição dietética é baseada no sexo, na idade, na atividade física e no diagnóstico nutricional. O Valor Energético Total (VET), proposto para indivíduos eutróficos, é de 30 Kcal/Kg/dia e, para aqueles com sobrepeso ou obesidade, deve ser prescrita uma dieta hipocalórica com 20 a 25 Kcal/Kg/dia. Os CHO devem ser ofertados, de preferência, na forma de amido (CHO complexos – cereais integrais, leguminosas, raízes) e preencher 50 – 60% do VET. Os açúcares simples podem ser prescritos na quantidade máxima de 10 a 20% do VET. </p>
<p>A quantidade de proteínas pode variar entre 1 – 1,5 g/kg peso/dia, sendo 50% de origem animal para garantir um adequado aporte de nitrogênio destinado ao turnover protéico e à manutenção da massa magra. Os lipídeos devem estar presentes na dieta na quantidade de 25 – 35% do VET. Já está bem documentado na literatura que a qualidade das gorduras é um dos aspectos fundamentais para a prevenção e tratamento das dislipidemias. </p>
<p>Cumpre salientar que esta condição é fortemente associada à obesidade, ambas fatores de risco importantes na ocorrência de doenças cardiovasculares. A quantidade de lipídeo preconizada é de 25 – 35% do VET com gorduras saturadas até 7% do VET (gorduras de origem animal), poliinsaturadas acima de 10% do VET (gorduras vegetais representadas, principalmente, pelos óleos vegetais), monoinsaturadas acima de 20% do VET (azeite de oliva extra virgem, frutas secas, abacate), colesterol menos de 200 mg/dia (alimentos de origem animal) e ácidos graxos trans menos de 1% do VET (presentes em alimentos industrializados como sorvetes, salgadinhos, bolachas, produtos de padaria, margarinas, etc&#8230;). As fibras (vegetais, frutas, leguminosas, grãos integrais) devem estar presentes na dieta na quantidade de 20 – 30g/dia sendo, no mínimo, 6g insolúveis tendo em vista o seu papel hipocolesterolêmico (principalmente frutas, aveia, etc..).</p>
<p>Suplementos orais, contendo Ácido Linoléico Conjugado (CLA), têm sido apontados como possíveis coadjuvantes no tratamento da LG, embora os trabalhos sobre isso ainda sejam incipientes16. Uma alimentação balanceada, com adequada oferta de HC complexos, proteínas, gorduras (preferencialmente polinsaturadas), rica em vitaminas, minerais, fibras e líquido, associada a uma atividade física regular, parece ser, ainda, a melhor alternativa para prevenir e tratar a LG. </p>
<p>Assim, as orientações, relacionadas aos hábitos alimentares e que devem compor a estratégia de prevenção e tratamento da LG, incluem assegurar um bom aporte hídrico; incorporar ao cardápio diário alimentos como frutas e vegetais, batatas, pães, grãos integrais e leguminosas (moderadamente); consumir o mínimo possível de alimentos processados e preferir os frescos (legumes, frutas e verduras); usar azeite de oliva, moderadamente; reduzir o consumo de gordura animal e preferir os óleos vegetais (soja, canola,); consumir diariamente, com moderação, leite, queijos e iogurtes (preferir os magros, com pouca gordura); utilizar sempre carnes magras, preferencialmente peixes e aves (carnes bancas, sem pele); consumir frutas frescas diariamente na sobremesa; incorporar ao cardápio, de forma bastante moderada, alimentos como nozes, castanhas, amêndoas; reduzir o consumo de sal; e, fazer alguma atividade física regular.</p>
<p>Convém destacar que essas orientações nutricionais, embora não sejam específicas para prevenir e tratar a LG, deveriam ser adotadas por todas as pessoas, uma vez que a alimentação saudável é um dos fatores que contribui, significativamente, na prevenção e tratamento da obesidade e de outras doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Denise.png"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/assinatura_Denise.png" alt="" title="Professora Denise Zaffari" width="640" height="141" class="alignleft size-full wp-image-656" /></a></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4779492J6" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Atualização é o diferencial</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[depoimento]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A Especialização em Nutrição Clínica me ofereceu excelente atualização profissional. Senti no dia a dia a importância que se tem um curso como da Unisinos. Atuo em um hospital, o que proporcionou o crescimento dentro da instituição, pois se atualizar foi o diferencial. O curso tem excelentes professores, todos extremamente qualificados. Inclusive, a coordenação traz professores de vários estados do Brasil, com grande experiência. E um dos diferenciais foi a constante presença da coordenação no decorrer das aulas, sempre preocupada com nossa opinião e dificuldades.&#8221; Carolina Testa Antunes &#8211; Nutricionista Clínica do Hospital Santa Cruz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A <a href="http://www.unisinos.br/especializacao/nutricao-clinica/apresentacao">Especialização em Nutrição Clínica</a> <a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/02/Carolina-Antunes1.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/02/Carolina-Antunes1-150x150.jpg" alt="" title="Carolina Antunes" width="150" height="150" class="alignright size-thumbnail wp-image-760" /></a>me ofereceu excelente atualização profissional. Senti no dia a dia a importância que se tem um curso como da <a href="http://www.unisinos.br/portal/">Unisinos</a>. Atuo em um hospital, o que proporcionou o crescimento dentro da instituição, pois se atualizar foi o diferencial. O curso tem excelentes professores, todos extremamente qualificados. Inclusive, a coordenação traz professores de vários estados do Brasil, com grande experiência. E um dos diferenciais foi a constante presença da coordenação no decorrer das aulas, sempre preocupada com nossa opinião e dificuldades.&#8221;</p>
<p>Carolina Testa Antunes &#8211; Nutricionista Clínica do Hospital Santa Cruz</p>
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		<title>Moda e Estratégias de Posicionamento</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exatas e Tecnológicas]]></category>
		<category><![CDATA[design de moda]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[lato senso]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Especialização em Design de Moda da Unisinos possui uma abordagem única para o campo. Fundamentado na perspectiva de desenvolvimento de Sistemas-Produto para a Moda, o curso alia conhecimentos e metodologias do Design Estratégico e de outras áreas como Sociologia, Antropologia, Comunicação e Gestão. Ou seja, o Design de Moda é visto como uma sistema de relações, onde são levadas em consideração tendências socioculturais, comportamentos de consumo emergentes, necessidades latentes e dinâmicas de difusão de linguagens. Assim, é possível projetar produto, serviços, comunicação e experiências direcionadas à moda, potencializando a geração de cadeias de valor que ligam usuários, contextos de<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/01/27/moda-e-estrategias-de-posicionamento/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Especialização em Design de Moda da Unisinos possui uma abordagem única para o campo. Fundamentado na perspectiva de desenvolvimento de Sistemas-Produto para a Moda, o curso alia conhecimentos e metodologias do Design Estratégico e de outras áreas como Sociologia, Antropologia, Comunicação e Gestão. Ou seja, o Design de Moda é visto como uma sistema de relações, onde são levadas em consideração tendências socioculturais, comportamentos de consumo emergentes, necessidades latentes e dinâmicas de difusão de linguagens. Assim, é possível projetar produto, serviços, comunicação e experiências direcionadas à moda, potencializando a geração de cadeias de valor que ligam usuários, contextos de distribuição e posicionamento de marca.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/TurmaDesignModa.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/TurmaDesignModa-300x230.jpg" alt="" title="Turma da Especialização em Design de Moda" width="300" height="230" class="size-medium wp-image-646" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos participaram de workshops para a criação de uma grife do Colégio Anchieta</p></div>
<p>Para que essas articulações sejam desenvolvidas, existem momentos de projetação, pensados para acontecerem em momentos pontuais do curso. São os workshops, que sempre contemplam parcerias com empresas reais. Essas empresas apresentam demandas também reais, e os alunos são incentivados a apresentarem soluções inovadoras a partir da utilização dos conhecimentos adquiridos ao longo da especialização. Esse foi o papel desenvolvido pelo Colégio Anchieta, que tornou-se cliente da Especialização em Design de Moda no ano de 2011 e ofereceu uma problemática projetual muito estimulante: a criação de uma grife direcionada aos alunos da instituição.</p>
<p>A problemática foi trabalhada nos três workshops do curso e, em cada um, foram gerados resultados específicos. As ferramentas e abordagens utilizadas foram as mais diferenciadas: trabalho de campo, cool hunting, identificação de macro e micro tendências, elaboração de cenários projetuais. Tudo isso convergiu para a geração de um Sistema-Produto para a grife Anchieta, levando em consideração o desenvolvimento de produtos e as estratégias de comunicação, serviços e experiências em pontos de venda, de modo a posicionar essa marca ainda inédita.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/10/assinatura_Paula1.png"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/10/assinatura_Paula1.png" alt="" title="assinatura_Paula" width="640" height="141" class="alignleft size-full wp-image-420" /></a></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4427795U9" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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		<title>Filosofia em estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 07:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasreis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[História da Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[lato senso]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[A filosofia tem a peculiaridade de transitar entre a ciência e a literatura, o texto acadêmico e o ensaio, o homem erudito e o de senso prático. Aborda os temas do mundo, mas o faz com olhos de quem também vê o mundo dos homens. Eis porque tantos, em tão diferentes momentos de suas vidas, interessam-se pelo universo da filosofia. O acesso à ele, no entanto, não é simples, mas demanda técnica apurada e preparo acadêmico adequado. A Unisinos oferece, há mais de 50 anos, um curso de filosofia em sua graduação e, há 10, uma pós-gradução de excelência na<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/2012/01/25/filosofia-em-estudo/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia tem a peculiaridade de transitar entre a ciência e a literatura, o texto acadêmico e o ensaio, o homem erudito e o de senso prático. Aborda os temas do mundo, mas o faz com olhos de quem também vê o mundo dos homens. Eis porque tantos, em tão diferentes momentos de suas vidas, interessam-se pelo universo da filosofia. O acesso à ele, no entanto, não é simples, mas demanda técnica apurada e preparo acadêmico adequado.<br />
<a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Filosofia.jpg"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Filosofia-300x199.jpg" alt="" title="" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-634" /></a></p>
<p>A Unisinos oferece, há mais de 50 anos, um curso de filosofia em sua graduação e, há 10, uma pós-gradução de excelência na área, com mestrado e doutorado. Isso é suficiente? Achamos que não. Muitos dos que almejam se familiarizar com a filosofia não estão interessados na rotina de uma graduação e, tampouco, nas exigências acadêmicas de uma pós-graduação stricto sensu. Desejam, contudo, conhecer os filósofos clássicos e a história do pensamento humano, mediante a leitura das obras que são a sua expressão mais refinada a cada época. Desejam algumas respostas, mas, sobretudo, precisam dos instrumentos para buscá-las por si mesmos. Para tanto, técnicas de análise, orientação competente e um ambiente rico e diverso no qual a filosofia seja o dialeto comum sãoo fundamentais. </p>
<p>Nós, da Filosofia Unisinos, achamos que Universidade deve estar aberta a esse público para cumprir plenamente a sua função formadora. Por isso que passamos a oferecer, a partir de 2012, uma <a href="http://www.unisinos.br/especializacao/historia-da-filosofia/apresentacao">especialização em filosofia</a> com foco no estudo dos clássicos da filosofia e de suas obras mestras. O curso está aberto a todos os interessados em filosofia e que tiveram uma formação em nível de graduação, qualquer que ela tenha sido. Serve, pois, tanto àquele que quer se preparar melhor para o caminho acadêmico de uma pós-graduação stricto sensu, mestrado e doutorado, quanto àquele que procura mais do que uma aventura diletante com a filosofia. </p>
<p>Por isso, está estruturado de modo a possibilitar aos profissionais das mais diversas áreas um acesso qualificado, tecnicamente adequado e em ambiente de intensa vida filosófica, como a Filosofia Unisinos, o aprofundamento filosófico que pode ser um diferencial na carreira de cada um, mas que certamente satisfaça as inquietações pessoais concernentes ao ser humano e ao mundo que lhe é próprio.</p>
<p>O curso é oferecido em horários adequados ao público profissional, no período noturno e durante a semana, e está articulado com a pós-graduação em filosofia da Unisinos, de sorte que o aluno possa cumprir uma parte minoritária da carga horária em disciplinas de mestrado e doutorado. </p>
<p>Em virtude de que a graduação e a pós-graduação em filosofia estão integradas na Unisinos, os alunos se beneficiarão de todas as atividades extra-classe, como congressos, conferências e eventos diversos que são realizados a cada ano em ambos os níveis de formação. Também o curso de especialização promove atividades especialmente voltadas a seu público. </p>
<p>Na conclusão do curso, o aluno será orientado na redação de um trabalho sobre um tema, autor ou obra de sua escolha, garantindo assim um nível de aprofundamento filosófico que lhe permita, a seu de desejo, seguir seus estudos sozinho ou em um nível acadêmico mais avançado.</p>
<p><a href="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Adriano.png"><img src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2012/01/Adriano.png" alt="" title="Adriano Naves de Brito" width="640" height="141" class="alignleft size-full wp-image-632" /></a></p>
<p><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787473P1" target="blank"><img class="alignright size-full wp-image-17" style="border: 0px initial initial" src="http://www.unisinos.br/blogs/mba-e-especializacao/files/2011/08/bt_curriculo.png" border="0" alt="Acesse o currículo Lattes do professor." /></A></p>
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