
Discutir a atualidade e importância da obra do filósofo e historiador francês
René Girard (foto) é a proposta da
IHU On-Line desta semana. Pensador radicado nos Estados Unidos, professor emérito da Universidade de Stanford, ele é reconhecido mundialmente pela formulação do conceito de desejo mimético e por localizar no bode expiatório e na violência a fundamentação do fenômeno religioso.
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Dentre os entrevistados da 393ª edição da revista, está James Alison, teólogo católico, sacerdote e escritor, que debate a possibilidade de uma fé para além do ressentimento, a partir das concepções desse filósofo francês. O pensamento de Girard, assinala, traz a chance de se elaborar um novo paradigma da fé. Contudo, observa, só o Espírito Santo seria capaz de arejar a Igreja Católica, ainda muito conservadora.
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Confira isso e mais na edição da
IHU On-Line dessa segunda-feira (21) no
site da revista.
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Por Márcia Junges, jornalista do Instituto Humanitas Unisinos – IHU
Para muitas pessoas, o mundo está em uma era pós-manicomial. Mais que isso, especialistas apontam que a psiquiatria, assim como o tratamento manicomial, deve ser abolido tal como a escravidão. Para os grupos que são contra esse tipo de tratamento, esta é uma era que necessita de humanização no atendimento e de instaurar uma nova cultura em que o estigma da “loucura” seja superado.
Às vésperas de celebrar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, dia 18 de maio – data que enseja uma série de reflexões fundamentais sobre saúde mental, desinstititucionalização, empoderamento dos usuários e lutas em busca de uma sociedade mais justa e democrática -, a Revista IHU-Online entrevistou diversos profissionais que transitam na área de saúde mental para debater essa temática:
Thomas Szasz, professor emérito da Universidade Estadual de Nova Iorque em Siracusa; Osvaldo Saidon, psicanalista argentino; a médica Rosana Onocko Campos (Universidade Estadual de Campinas – Unicamp); a diretora do Departamento de Ações em Saúde – DAS do Rio Grande do Sul, Sandra Fagundes; o psicólogo Osvaldo Gradella Júnior (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp); Fábio Alexandre Moraes, psicólogo e professor na Unisinos; o psiquiatra José Jackson Samapaio Coelho (Universidade Estadual do Ceará – UECE); e Martinho Braga Batista e Silva (Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ).
A revista IHU On-Line estará disponível no sítio do IHU nesta segunda-feira, a partir das 16h, nas versões html, pdf e ‘versão para folhear‘.
A versão impressa circulará na terça-feira, a partir das 8h, no campus da Unisinos.
A todas e a todos uma boa leitura e uma ótima semana!
Que o mundo do trabalho está mudando, isso todos sabemos. Mas quais os aspectos que caracterizam este cenário brasileiro e mundial? Terceirização, precariedade do trabalho e classe D emergindo para a C são alguns deles. Na proximidade de mais um 1º de maio, a Revista IHU Online vai trazer a opinião de diversos estudiosos para dar aos leitores mais um subsidio para reflexão sobre o tema.
A edição desta semana vai contar com entrevistas do diretor-técnico do Dieese e professor na PUC-SP, Clemente Ganz Lucio; o professor na Universidade Federal Fluminente – UFF, Fernando Augusto Mansor de Mattos; a professora e pesquisadora da Unicamp, Márcia de Paula Leite; o economista, professor da Unicamp e presidente do IPEA, Márcio Pochmann; o advogado, bancário e secretário da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Miguel Pereira; e a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ana Tércia Sanches.
A revista IHU On-Line estará disponível no sítio do IHU nesta segunda-feira, a partir das 16h, nas versões html, pdf e ‘versão para folhear‘.
A versão impressa circulará na terça-feira, a partir das 8h, no campus da Unisinos.
A todas e a todos uma boa leitura, uma ótima semana e um excelente feriado!

Quase desconhecida fora do Brasil, a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Trata-se de um bioma adaptado às condições semiáridas e se localiza nos nove estados do Nordeste e no norte de Minas Gerais, ocupando 11% do território nacional. Desta área, 46% já foi desmatada, em sua maioria, por atividades humanas como criação de bovinos, caprinos e ovinas, assim como para retirada de lenha para fornos domésticos e fogões industriais.
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A Caatinga abriga em seu território cerca de 1.500 espécies nativas de animais, além de 932 espécies vegetais, sendo 318 endêmicas, que só ocorrem no bioma. As diversidades florísticas, faunísticas e frutíferas são tais, que o bioma é conhecido pela riqueza de suas plantas medicinais e por seu potencial alimentício.
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A IHU On-Line desta semana dá continuidade à série referente aos diferentes biomas brasileiros. A revista já abordou os biomas Floresta Amazônica, o Pampa, o Pantanal, o Cerrado e a Floresta de Araucária.
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Esta edição vai contar com o teólogo e agrônomo Haroldo Schistek; o mestre em ecologia e coordenador do Núcleo do Bioma Caatinga da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente – MMA, João Arthur Seyffarth; o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Marcos Antonio Drumond; a bióloga Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel; e o coordenador do Laboratório de Etnobotânica Aplicada da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, Ulysses Paulino de Albuquerque.
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A revista
IHU On-Line estará disponível no sítio do IHU nesta segunda-feira, a partir das 16h, nas versões
html, pdf e ‘versão para folhear‘.
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A versão impressa circulará na terça-feira, a partir das 8h, no campus da Unisinos.
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A todas e todos uma ótima leitura!

O aborto é um assunto que sempre gerará polêmica. Enfim, a discussão que foi iniciada em 2004 teve uma resposta do STF. Com 8 votos a favor e 2 contra, está legalizada a terceira exceção da lei que diz que aborto é crime. Os casos são quando a gravidez coloca em risco a saúde da mãe e em caso de gravidez resultante de estupro. Agora, também, quando a criança ter ausência de partes do cérebro, ser anencéfala.
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Carlos Ayres Britto afirmou que as gestantes carregam um ‘natimorto cerebral’ no útero, sem perspectiva de vida. “É preferível arrancar essa plantinha ainda tenra no chão do útero do que vê-la precipitar no abismo da sepultura”, declarou.
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Cezar Peluso, que foi um dos votos contra, levantou outro tema polêmico para justificar sua escolha:
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“O doente de qualquer idade, em estágio terminal, também sofre por seu estado mórbido e também causa sofrimento a muitas pessoas, parentes ou não, mas não pode por isso ser executado nem é licito receber ajuda para dar cabo à própria vida”, afirmou o ministro. “O feto portador de anencefalia tem vida.”
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Também publicamos no dia 11 de abril dois depoimentos de posições contrárias de mulheres que vivenciaram a situação.
Clarissa Thomé engravidou duas vezes e teve seus bebês diagnosticados aos 3 meses como anencéfalos. Na primeira vez, ela optou pelo aborto legal e, aos 7 meses de gestação, depois de muita burocracia, conseguiu realizar o procedimento. Na outra gravidez, resolveu não passar pelo processo cansativo na justiça: levou a gravidez até o final e sua filha viveu por 14 horas.
Clarissa é a favor da legalização, pois acredita que a interrupção da gestação logo no início poderia ter lhe evitado tanto sofrimento.
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Já
Fernanda Bassette é contra. Ela também teve um bebê com o mesmo problema e viveu durante uma hora e quarenta minutos.
Fernanda e seu marido tomaram a decisão de não abortar por acreditarem que havia um ciclo de vida que devia ser cumprido. ”Sou totalmente contra a liberação do aborto nesses casos. Estamos falando de uma vida. Para mim, liberar é como legalizar o aborto para qualquer mulher, em qualquer caso”, argumenta.
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Por Natália Scholz
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Para ler mais: