O ano de 2012 inicia com muitas ideias e atividades na redação da Revista IHU On-Line. Diversas edições já estão sendo preparadas antecipadamente, aproveitando o período de recesso da publicação.

As políticas públicas brasileiras para as mulheres inspiram a primeira edição do ano, prevista para circular em 5 de março, três dias antes do Dia Internacional da Mulher. Uma análise do primeiro ano do governo Dilma deve ser a próxima temática explorada pela revista.

Dando continuidade à série de edições que abordam os biomas brasileiros, a IHU On-Line desenvolve a temática da caatinga. Exclusivamente brasileiro e ocupando 10% do território nacional, esse bioma tem seu nome originário da paisagem esbranquiçada apresentada pela vegetação durante o período seco.

A obra do filósofo e antropólogo francês René Girard inspira uma edição que reúne diversas entrevistas com especialistas em seu pensamento. A ideia desse número surgiu de uma entrevista com o historiador João Cezar de Castro Rocha, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ e coordenador da Biblioteca René Girard no Brasil, publicada pela É Realizações.

Outras temáticas em desenvolvimento pela equipe de jornalistas da IHU On-Line são o religioso no cinema e o perdão, assuntos que estão previstos para publicação próximos a Páscoa.

O decrescimento e a questão ambiental, o papel tirânico das finanças e o legado filosófico de Edgar Morin completam a programação da IHU On-Line para os primeiros meses deste ano.

A Revista IHU On-Line existe desde 2001. Anualmente, publica cerca de 40 edições, realizadas por uma equipe de três jornalistas, um editor geral e revisor de língua portuguesa.

Por Márcia Junges

Entre os dias 26 de março e 09 de julho ocorrerá o Ciclo de Estudos em EAD sobre a Sociedade Sustentável. O Ciclo de Estudos em Educação a Distância (EAD) – Sociedade Sustentável, através de um debate transdisciplinar e sistêmico, busca relacionar as crises energética, financeira, climática e alimentar, para, a partir delas, caracterizar a crise civilizacional pela qual se passa, como parte do processo de esgotamento do capitalismo e, com isso, identificar os fatores causadores em comum, a fim de pensar em novas possibilidades para a vida em sociedade.  Busca assim fomentar ideias que possibilitem pensar soluções para os problemas enfrentados pelo Planeta devido às ações dos empreendimentos humanos, questionando a idéia de desenvolvimento.

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O Ciclo de Estudos visa refletir sobre as perspectivas de emergência de uma sociedade sustentável, no sentido de evidenciar, teoricamente, a necessidade de um novo paradigma civilizacional, prospectando alternativas sustentáveis de organização social e econômica, capazes de contribuir à sustentabilidade do Planeta e da sociedade.

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O público-alvo prioritário do presente projeto constitui-se de sujeitos envolvidos diretamente no enfrentamento da pobreza e na emancipação das pessoas, tais como, líderes comunitários, conselheiros municipais, agentes públicos das diferentes secretarias e participantes de grupos de geração de trabalho e renda.

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A programação inicia no dia 26 de março no Módulo 1 com duração de 26 de março a 14 de abril de 2012 – 3 semanas – 15h. O tema deste módulo será “O estado atual da crise civilizacional: onde estamos?“. No total serão cinco módulos para o estudo, na tentativa de contextualizar e caracterizar a atual crise civilizacional e também debater a questão energética e evidenciar a necessidade de criar matrizes energéticas descentralizadas, entre outras questões.

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A programação completa pode ser encontrada no sítio do IHU.

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Programas relacionados:

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Recentemente foi lançado o Almanaque do Rio dos Sinos, uma publicação do Grupo Editorial Sinos S/A em parceria com o PPG em Biologia da Unisinos e com o Instituto Martim Pescador. Com o propósito de trazer o conhecimento para a preservação do rio, o Almanaque apresenta fatos históricos, informações sobre o relevo e hidrografia do rio, além de um catálogo dos anfíbios, aves, mamíferos, peixes, répteis e a flora que ali existem.
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Em outubro de 2006, o Rio dos Sinos sofreu com o maior desastre ambiental da história da região, chegando a ter 86 toneladas de peixes mortos. A principal causa da catástrofe foi o despejo de efluentes industriais e uma estiagem que afetou o rio. O incidente chocou os moradores do vale do Rio dos Sinos e mobilizou a união de 23 prefeituras no Consórcio Público de

Saneamento Básico da Bacia do Rio Sinos (Pró-Sinos), que, desde então, tem como objetivo a formatação, coordenação e execução de projetos sobre infraestrutura em saneamento e controle de resíduos.

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O almanaque pode ser adquirido em bancas da região do Rio dos Sinos. Não deixe de conferir também a edição 242 da revista IHU On-Line sobre o assunto.
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Por Natália Scholz
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Ensecadeira no Rio Xingu

Em 19 fevereiro, 2012 Comentar

Belo Monte: Matéria TV Prelazia do Xingu sobre os protestos contra a construção da barragem provisória

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Segundo o dicionário, ensecadeira é um tapume construído provisoriamente em volta de uma edificação para desviar a água para se trabalhar em terreno seco. Segundo movimentos sociais que defendem o Xingu, significa o início da destruição. Eles interditaram a ensacadeira da obra de Belo Monte por quase uma hora. Além de lideranças sociais locais, participou também do manifesto o movimento Ocupa Sampa, de São Paulo, que criticou a poluição do rio. Matéria exibida no telejornal Cidade Livre, em Altamira, Pará.

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Entre os dias 21 de março e 11 de junho ocorrerá o Ciclo de Palestras Rio + 20 com o objetivo de Debater e refletir sobre os desafios e as perspectivas que a Rio+20: Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável traz de avanços para o Planeta rumo a uma economia verde e de baixo carbono. O ciclo também visa historiar os acordos internacionais que têm marcado o debate rumo a uma economia verde, identificar as dificuldades encontradas para a transição para uma economia verde e compreender suas causas.

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O público-alvo prioritário do presente projeto constitui-se de sujeitos envolvidos diretamente no enfrentamento da pobreza e na emancipação das pessoas, tais como, líderes comunitários, conselheiros municipais, agentes públicos das diferentes secretarias e participantes de grupos de geração de trabalho e renda. Além disso, também tem como público-alvo e parceiro integrantes de movimentos sociais, pesquisadores e ativistas da academia e de diferentes movimentos ambientais e sociais, lideranças e gestores governamentais e da sociedade civil, estudantes e professores, e a comunidade em geral, uma vez que o tema influencia a realidade do Planeta como um todo.
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Assim, o Instituto Humanitas Unisinos – IHU propõe-se a debater a questão, através de um ciclo de palestras que possibilite compreender o que está envolvido na Conferência, desde sua formação histórica até os seus possíveis impactos no futuro do Planeta.
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A programação inicia no dia 21 de março com a palestra “Rio + 20 e a questão da matriz energética brasileira”. Encontre a programação completa no sítio do IHU.
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Programas relacionados:
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