A Casa do Trabalhador

Em 19 junho, 2013 Comentar

A semana de 8 a 16 de junho registrou uma grande movimentação na Casa do Trabalhador, sede do Cepat, por conta de um evento do sindicado dos professores de Curitiba – APP SINDICATO – Núcleo Regional, que reuniu 110 pessoas, no dia 8 de junho.
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Nesse mesmo dia começaram a chegar os integrantes do Encontro Latino-Americano de Moradia e Autogestão. Os participantes permaneceram na Casa do Trabalhador até o dia 15 de junho. Foram aproximadamente 80 pessoas, concentradas nos estudos e debates sobre o tema. Matérias sobre esse evento foram publicadas no site do Instituto Humanitas Unisinos – IHU.
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No dia 14 chegaram à Casa do Trabalhador integrantes da Pastoral do Menor, cujo encontro estendeu-se até o dia 16 de junho. Em termos de infraestrutura, os funcionários contribuíram significativamente para o sucesso de tais encontros. O esforço realizado foi reconhecido pelos grupos.
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O evento sobre a moradia fez homenagem latino-americana para a equipe, especialmente para as cozinheiras e caseiros, que estavam à disposição para as mais variadas demandas. A Secretaria Latino-Americana de La Vivenda Popular – SELVIP, que busca impulsionar a vida urbana, a Alba e a luta dos povos latinos pela sua efetiva libertação da condição de pobreza a que estão submetidos, ofereceu livros para os funcionários da Casa e para o Cepat.
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A luta do movimento de moradia latino-americano é pela construção de cidades e territórios democráticos sem expulsões nem expulsados. Para todos os que utilizam e utilizaram o espaço, a convivência, apesar do tumulto, foi rica em troca de experiência. Comungamos dessa luta e dessa possibilidade.
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Por Darli Sampaio

Começa hoje o evento Perspectivas Contemporâneas de Direitos Humanos na França, com a Profª Dra. Véronique Champeil Desplats, professora de Direito Público da Universitè Paris Ouest Nanterre.

Serão duas palestras transmitidas de forma online. A primeira acontece às 18h30 de hoje, intitulada De los derechos humanos a los derechos fundamentales: ¿la existencia de la era del neo-constitucionalismo?. Amanhã, a segunda e última palestra ocorre pela manhã, às 10h30, e tem como título El caso de la libertad religiosa en Francia.

“Perspectivas Contemporâneas de Direitos Humanos na França” é promovido pelos Programas de Pós-Graduação de Direito e de Filosofia, da Cátedra Unesco “Direitos Humanos e Violência, Governo e Governança” e do grupo de pesquisa BioTecJus.

O evento é gratuito e pode ser assistido na Sala Conecta, que fica no Centro
Comunitário da Unisinos São Leopoldo ou pelo link avsd.unisinos.br/ead.

A modelagem das feminilidades favorecidas pelas revoluções tecnocientíficas contemporâneas é o tema de capa da IHU On-Line desta semana.

Marlene Tamanini, professora na Universidade Federal do Paraná – UFPR, reflete sobre as técnicas de reprodução assistida. Segundo ela, no que diz respeito à biomedicina, “o útero, as diferenças entre os gametas e as representações segue-se apontando a necessidade de maternidade, como experiência fundante e imprescindível para uma mulher heterossexual, casada, que quer um filho”. E continua: “as representações compartilhadas pelos casais resultam de uma interpretação híbrida entre a ideia de que um filho é um pouco da genética de cada um, e uma obra de arte de ambos, como resultado de um processo de conjugalidade e seu projeto. O filho aparece entre casais heterossexuais (…) como um capital narcísico e emocional e como a possibilidade de transcendência sanguínea e cultural”.

Diana Maffía, pesquisadora do Instituto Interdisciplinar de Estudos de Gênero da Universidad de Buenos Aires e diretora do Observatório de Gênero na Justiça, do Conselho da Magistratura da capital argentina, acredita que “o feminismo latino-americano está cada vez mais comprometido e mais consciente de suas lutas plurais”. Segundo ela, “é muito importante que não nos fechemos a estes debates, porque não podemos falar apenas e simplesmente ‘uma mulher’. Somos o que algumas feministas chamam ‘mulheres com sobrenome’, ou seja, mulheres negras, mulheres indígenas, mulheres pobres, mulheres lésbicas…”.

O teólogo espanhol José Ignacio González Faus concede uma entrevista sobre a atual conjuntura eclesial e outros temas em debate na contemporaneidade. “O que vem antes do começo” é o título da reportagem da semana, que conta a história de Mônica, 32 anos, e Felipe, 35 anos, que, ao decidirem ter filhos, tiveram que recorrer à medicina.

Confira essas e outras matérias no site da revista. A todas e a todos uma ótima semana e uma excelente leitura!

Para ler mais:

A decisão do ministro Alexandre Padilha de cancelar a campanha “sou feliz sendo prostituta“, de combate a doenças sexualmente transmissíveis, foi criticada por Claudio Lorenzo, da Associação Brasileira de Bioética. Ele a classificou de “moralina”.
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“Trata-se, diz Lorenzo, de conceito criado por Nietzsche, o filósofo, “para designar a atitude de quem nega a realidade, colocando seus valores acima do sofrimento e da verdade alheia. É uma moral hipócrita”, escreveu  Ancelmo Gois,  jornalista, no jornal O Globo, 07-06-2013.
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Alexandre Padilha mandou retirar todo material do site do DST-Aids, abrigado no portal do Ministério da Saúde.
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A questão causou polêmica entre os brasileiros e o Instituto Humanitas Unisinos – IHU gostaria de saber a sua opinião na enquete.
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Ministro da Saúde proibe campanha “sou feliz por ser prostituta“. Você é favorável? Responda em nossa enquete ou nos comentários da postagem.

Fonte: http://www.stica.com.br/jonny/?p=285

“A produção de alimentos desde os anos 60 triplicou, de acordo com a organização GRAIN, enquanto a população mundial, desde então, apenas dobrou. Há uma quantidade enorme de comida, mais do que em qualquer outro período da história. Mas se você não tem dinheiro para pagar por ela ou o acesso a terra, água, sementes para produzi-la, não come. Não se trata de produzir mais alimentos, mas de repartir os já existentes”, comenta Esther Vivas, ativista política e dos movimentos sociais, em artigo reproduzido pelo sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU  do dia 08-04-2013.

O direito ao alimento e à nutrição se apresenta como uma conquista recente no conjunto aos direitos humanos e sociais no contexto brasileiro e mundial. Apesar disso, a realidade da fome está presente em diferentes territórios e nações por motivos como os descritos por Esther.  Este cenário justificou a indicação da redução em 50% dos famintos no mundo como o primeiro Objetivo do Milênio – ODM definido pela ONU no ano 2000 para o seu alcance em 2015.  Analisar esta realidade, seus avanços e limites se apresentam como objetivos da palestra e debate que vai ocorrer no IHU na próxima semana, dia 26 de junho.

Quem virá discutir o assunto é presidente do Conselho de Segurança Alimentar de Minas Gerais (Consea – MG) Dom Mauro, bispo emérito da Diocese de Duque de Caxias – RJ.

O evento acontecerá das 14h30min às 16h30min na sala Ignacio Ellacuría e Companheiros, no IHU. Inscreva-se!

Para ler mais: