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	<title>Blog Farmácia - Unisinos</title>
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	<description>Blog do cusro de Farmácia</description>
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		<title>Farmacêutico orienta sobre medicamentos no Programa Bem Estar.  No programa, foram abordadas as formas de apresentação de medicamentos, suas aplicações e especificidades</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 18:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O farmacêutico e assessor da Presidência do CFF, Tarcísio Palhano, participou do programa Bem Estar exibido pela Rede Globo na manhã desta quinta-feira. No programa, foram abordadas as formas de apresentação de medicamentos, suas aplicações e especificidades. Tarcísio explicou que os medicamentos são produzidos sob diferentes formas para melhorar absorção, exercer ação localizada ou sistêmica, facilitar adesão ao tratamento etc. O farmacêutico ainda orientou sobre a maneira correta de ingerir cada tipo de medicamento (comprimidos, comprimido sublingual, pastilhas efervescentes, cápsulas, drágeas, comprimidos revestidos). Esclareceu dúvidas dos telespectadores sobre a administração correta com líquidos, ressaltou a importância de observar a prescrição<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/05/20/farmaceutico-orienta-sobre-medicamentos-no-programa-bem-estar-no-programa-foram-abordadas-as-formas-de-apresentacao-de-medicamentos-suas-aplicacoes-e-especificidades/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O farmacêutico e assessor da Presidência do CFF, Tarcísio Palhano, participou do programa Bem Estar exibido pela Rede Globo na manhã desta quinta-feira. No programa, foram abordadas as formas de apresentação de medicamentos, suas aplicações e especificidades.<br />
Tarcísio explicou que os medicamentos são produzidos sob diferentes formas para melhorar absorção, exercer ação localizada ou sistêmica, facilitar adesão ao tratamento etc.</p>
<p>O farmacêutico ainda orientou sobre a maneira correta de ingerir cada tipo de medicamento (comprimidos, comprimido sublingual, pastilhas efervescentes, cápsulas, drágeas, comprimidos revestidos). Esclareceu dúvidas dos telespectadores sobre a administração correta com líquidos, ressaltou a importância de observar a prescrição e intervalos entre horários de alimentação, a fim de não interferir na biodisponibilidade dos medicamentos, promover interação medicamentosa ou efeitos adversos. Tarcísio ainda alertou para a necessidade do adequado armazenamento dos produtos, diminuindo o risco de acidentes com crianças.</p>
<p>É fundamental que os profissionais reconheçam sua capacidade de orientar a população sobre as informações acima tratadas. Os farmacêuticos podem e devem prestar esses esclarecimentos aos usuários de medicamentos, qualificando a assistência farmacêutica.</p>
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		<title>Projeto Descarte Certo &#8211; Curso de Farmácia Unisinos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 18:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanha Descarte Certo O descarte indevido ou imprudente de resíduos medicamentosos é algo que afeta sensivelmente o meio ambiente e deve ser controlado por meio de planos de prevenção e conscientização desses riscos. Os usuários de medicamentos geralmente não sabem ou não tem informações o suficiente sobre onde depositá-los depois de expirada a data de validade. Em função disso, grande parte desses resíduos que são descartados indevidamente vem das residências. Pensando em contribuir para essa conscientização, o Curso de Farmácia da Unisinos está divulgando um projeto para o recolhimento de medicamentos vencidos que estejam nas casas dos professores, alunos e<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/04/30/projeto-descarte-certo-curso-de-farmacia-unisinos/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campanha Descarte Certo</p>
<p>O descarte indevido ou imprudente de resíduos medicamentosos é algo que afeta sensivelmente o meio ambiente e deve ser controlado por meio de planos de prevenção e conscientização desses riscos.</p>
<p>Os usuários de medicamentos geralmente não sabem ou não tem informações o suficiente sobre onde depositá-los depois de expirada a data de validade. Em função disso, grande parte desses resíduos que são descartados indevidamente vem das residências.</p>
<p>Pensando em contribuir para essa conscientização, o Curso de Farmácia da Unisinos está divulgando um projeto para o recolhimento de medicamentos vencidos que estejam nas casas dos professores, alunos e funcionários da universidade. A campanha Descarte Certo visa a prevenção e a redução dos danos causados por esse tipo de lixo quando é deixado junto aos detritos orgânicos sem o devido encaminhamento.</p>
<p>Cláudia Kuplich Barcellos, coordenadora do Curso de Farmácia, falou que várias atividades acadêmicas também são realizadas juntamente com a campanha, “Os alunos do curso separam os medicamentos das caixas e das bulas. Tudo é pesado e catalogado para só então esses resíduos serem encaminhados para o Serviço de Gestão Ambiental da Unisinos – SGA, que irá levá-los para um aterro sanitário. Tudo é feito com todo o cuidado”.</p>
<p>Os postos de coleta dos medicamentos vencidos se encontram em frente à farmácia Agafarma do Centro Comunitário (informalmente conhecido como “Redondo”) e no posto de atendimento do centro 2.</p>
<p>Nota publicada no Instituto Humanitas Unisinos</p>
<p>http://www.unisinos.br/blogs/ihu/geral/campanha-descarte-certo/</p>
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		<title>Cresce consumo de medicamentos na gestação</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 18:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O FDA estima que 10% ou mais dos defeitos congênitos sejam causados por medicamentos tomados durante a gravidez O desastre da talidomida no início dos anos 1960 deixou milhares de bebês com membros deformados porque suas mães inocentemente tomaram uma pílula para dormir que era considerada segura durante a gravidez. As consequências são bem conhecidas, e um número incontável de grávidas passou a evitar qualquer tipo de medicamento, temendo que isso pudesse colocar em risco o desenvolvimento do bebê. Fiquei aterrorizada em dezembro de 1968 quando, durante as primeiras semanas de gestação, desenvolvi uma pneumonia dupla e fui tratada com<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/04/11/cresce-consumo-de-medicamentos-na-gestacao/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O FDA estima que 10% ou mais dos defeitos congênitos sejam causados por medicamentos tomados durante a gravidez<br />
O desastre da talidomida no início dos anos 1960 deixou milhares de bebês com membros deformados porque suas mães inocentemente tomaram uma pílula para dormir que era considerada segura durante a gravidez. As consequências são bem conhecidas, e um número incontável de grávidas passou a evitar qualquer tipo de medicamento, temendo que isso pudesse colocar em risco o desenvolvimento do bebê.</p>
<p>Fiquei aterrorizada em dezembro de 1968 quando, durante as primeiras semanas de gestação, desenvolvi uma pneumonia dupla e fui tratada com codeína e antibióticos. Antes de tomar a primeira dose, liguei para meu obstetra, que me disse para tomar o que haviam prescrito, &#8220;garantindo&#8221; que, se eu morresse de pneumonia, o bebê não iria nem nascer.</p>
<p>Nas décadas seguintes, perigos relacionados à gravidez foram ligados a muitas substâncias médicas: medicamentos controlados, liberados e fitoterápicos. Contudo, as últimas descobertas sobre o uso de medicamentos durante a gravidez geraram uma nova onda de preocupação entre os especialistas. Ao longo dos últimos 30 anos, o uso de medicamentos controlados durante o primeiro trimestre de gestação, quando os órgãos do feto estão se formando, cresceu mais de 60%. Cerca de 90% das grávidas tomam ao menos um medicamento e 70% tomam ao menos um medicamento controlado, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, sigla em inglês).</p>
<p>Desde o fim dos anos 1970, a proporção de mulheres grávidas que tomam quatro ou mais medicamentos cresceu mais de 100%. Quase uma em cada 10 mulheres consome medicamentos fitoterápicos durante o primeiro trimestre de gestação.</p>
<p>Cada vez mais mulheres presumem ingenuamente que estão seguras, automedicando-se com remédios liberados, mas que antigamente eram vendidos apenas sob prescrição médica. O Food and Drug Administration (FDA) estima que 10% ou mais dos defeitos congênitos sejam causados por medicamentos tomados durante a gestação.</p>
<p>—Parece que nossa sociedade se esqueceu de que medicamentos trazem riscos. Muitos medicamentos liberados foram colocados nas prateleiras sem qualquer estudo prévio sobre os possíveis efeitos durante a gestação — afirmou o Allen A. Mitchell, professor de epidemiologia e pediatria da Faculdade de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Boston.</p>
<p>O progresso médico contribuiu para a tendência, afirmou Mitchell. Diversas condições, como a depressão, agora são reconhecidas como doenças que precisam de tratamento. Medicamentos foram desenvolvidos para tratar condições para as quais não havia tratamento anteriormente e algumas condições, como o diabetes tipo 2 e a hipertensão, tornaram-se mais comuns.</p>
<p>Dr. Google não é recomendado</p>
<p>Agora, surgiu uma nova preocupação: ignorando conselhos médicos, um número cada vez maior de mulheres está usando a internet para determinar se o remédio que estão tomando é seguro para o feto.</p>
<p>Um estudo sobre &#8220;listas de medicamentos seguros para a gravidez&#8221;, publicado em janeiro na versão online da publicação Pharmacoepidemiology and Drug Safety, revelou 25 sites com inconsistências óbvias e informações frequentemente falsas, baseadas em &#8220;evidências inadequadas&#8221;.</p>
<p>O relatório foi preparado por Cheryl S. Broussard, do CDC, com coautores de Emory, da Universidade do Estado da Geórgia, da Universidade da Columbia Britânica e do FDA. &#8220;Dos medicamentos aprovados para consumo nos Estados Unidos entre 2000 e 2010, mais de 79% não haviam publicado estudos com seres humanos que avaliassem o risco teratogênico (a possibilidade de defeitos congênitos), e 98% publicaram dados insuficientes para caracterizar esse risco&#8221;, escreveram os autores.</p>
<p>Mas isso não impediu esses 25 sites de classificarem 245 medicamentos como &#8220;seguros&#8221; para gestantes, o que &#8220;pode encorajar o uso de medicamentos durante a gravidez, mesmo quando não são necessários&#8221;, sugeriram os autores.</p>
<p>Além disso, as informações às vezes eram contraditórias. &#8220;Vinte e dois dos produtos listados como seguros por um ou mais sites constavam na lista dos não seguros em pelo menos outro site&#8221;, revelou o estudo.</p>
<p>A questão do tempo era frequentemente ignorada: um medicamento que pode afetar a formação dos órgãos do feto pode se tornar seguro em um momento posterior da gravidez. Já outros (como o ibuprofeno, por exemplo) que são seguros no início da gestação, tornam-se cada vez mais perigosos com o passar do tempo, aumentando os riscos de sangramento excessivo.</p>
<p>Apenas 13 desses sites encorajavam as mulheres a consultar os médicos antes de parar ou de começar uma medicação.</p>
<p>Gravidez e depressão</p>
<p>Os autores do estudo notaram que os médicos também são frequentemente mal informados sobre os riscos relacionados a diversos medicamentos. Uma mulher que conheço foi aconselhada a deixar de usar antidepressivos durante a gravidez, enquanto outra ouviu que deveria continuar tomando o medicamento.</p>
<p>— Em muitos casos, a melhor aposta para a mãe é continuar tomando o remédio — afirmou Siobhan M. Dolan, obstetra e geneticista da Faculdade de Medicina Albert Einstein.</p>
<p>Siobhan afirmou que se a mulher está deprimida durante a gravidez, o risco de depressão pós-parto é ainda maior e ela pode ter dificuldades para se identificar com o bebê. A médica, que, ao lado de Alice Lesch Kelly é autora de Healthy Mom Healthy Baby, enfatizou a importância de calcular benefícios e riscos na hora de decidir se e quais medicamentos devem ser consumidos durante a gestação.</p>
<p>— Antes de engravidar, mulheres que estejam tomando um ou mais medicamentos para tratar alguma condição devem tentar diminuir para apenas um medicamento. Dos vários medicamentos disponíveis para tratar determinada condição, existe alguma escolha ideal? Algo que tenha menos chances de prejudicar o bebê ou a mãe? — afirmou Siobhan.</p>
<p>A médica alertou para o perigo de presumir que um remédio considerado &#8220;natural&#8221; ou &#8220;fitoterápico&#8221; seja seguro. Praticamente nenhum foi testado em relação aos perigos durante a gestão.</p>
<p>Medicamentos proibidos</p>
<p>Entre os medicamentos que as mulheres devem evitar a qualquer custo — começando em alguns casos até mesmo três meses antes do início da gestação — estão:</p>
<p>- Isotretinoína (Accutane, entre outros), utilizada contra a acne.</p>
<p>- Ácido valproico, contra convulsões.</p>
<p>- Lítio, usado no tratamento do distúrbio bipolar.</p>
<p>- Tetraciclina, enzima conversora de angiotensina (ECA).</p>
<p>- Antagonistas dos receptores da angiotensina para a hipertensão.</p>
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		<item>
		<title>Ao Estilo CSI &#8211; Aula Inaugural dos Cursos de Farmácia e Biomedicina</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 18:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Aula Inaugural dos Cursos de Farmácia e Biomedicina da Unisinos com a perita do IGP Trícia Albuquerque ocorrerá no dia 10/04 às 19:30, no Anfiteatro Pe. Werner- Centro da Saúde Título da Aula: A atuação do perito no Instituto Geral de Perícias IGP http://www.juonline.com.br/index.php/graduacao/08.04.2013/ao-estilo-csi/2d95]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Aula Inaugural dos Cursos de Farmácia e Biomedicina da Unisinos com a perita do IGP Trícia Albuquerque ocorrerá no dia 10/04 às 19:30, no Anfiteatro Pe. Werner- Centro da Saúde</p>
<p>Título da Aula: A atuação do perito no Instituto Geral de Perícias IGP</p>
<p>http://www.juonline.com.br/index.php/graduacao/08.04.2013/ao-estilo-csi/2d95</p>
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		<title>Aula Inaugural &#8211; O papel do perito Químico Forense no IGP</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 19:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Aula Inaugural dos Cursos de Farmácia e Biomedicina vai abordar sobre o papel do perito químico-forense no Instituto Geral de Perícias -IGP Palestrante: Dra. Trícia Kommers Albuquerque Instituto Geral de Perícias, Laboratório de Perícias &#8211; Setor de Genética Forense. Data: 10/04/2013, quarta-feira Horário: 19:30 h Local: Anfiteatro Pe. Werner &#8211; Centro da Saúde &#8211; Unisinos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Aula Inaugural dos Cursos de Farmácia e Biomedicina vai abordar sobre o papel do perito químico-forense no Instituto Geral de Perícias -IGP</p>
<p>Palestrante: Dra. Trícia Kommers Albuquerque<br />
Instituto Geral de Perícias, Laboratório de Perícias &#8211; Setor de Genética Forense.<br />
Data: 10/04/2013, quarta-feira<br />
Horário: 19:30 h<br />
Local: Anfiteatro Pe. Werner &#8211; Centro da Saúde &#8211; Unisinos</p>
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		<item>
		<title>CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FARMÁCIA CLÍNICA  &#8211; UNISINOS</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 18:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[O curso capacita os profissionais para o desenvolvimento de atividades inerentes á farmácia clínica, sendo esta uma área com forte tendência de crescimento e demanda de mercado. A parceria entre a Unisinos e o Hospital Mãe de Deus permite o contato direto do aluno com situações práticas do cotidiano clínico. A estrutura curricular é formada por módulos articulados entre si e as unidades temáticas que compõem os módulos foram pensadas de forma a proporcionar um desenvolvimento crescente, contínuo e sólido dos conhecimentos trabalhados. O corpo docente do curso é formado por especialistas, mestres e doutores selecionados de acordo com a<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/03/26/curso-de-especializacao-em-farmacia-clinica-unisinos/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O curso capacita os profissionais para o desenvolvimento de atividades inerentes á farmácia clínica, sendo esta uma área com  forte tendência de crescimento e demanda de mercado. A parceria entre a Unisinos e o Hospital Mãe de Deus permite o contato direto do aluno com situações práticas do cotidiano clínico. A estrutura curricular é formada por módulos articulados entre si e as unidades temáticas que compõem os módulos foram pensadas de forma a proporcionar um desenvolvimento crescente, contínuo e sólido dos conhecimentos trabalhados. O corpo docente do curso é formado por especialistas, mestres e doutores selecionados de acordo com a experiência comprovada na sua área de atuação.</p>
<p>Inscrições abertas<br />
mais informações: (51) 3591 1200<br />
comercial@unisinos.br</p>
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		<item>
		<title>Medicamento contra Parkinson será fabricado no Brasil</title>
		<link>http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/03/25/medicamento-contra-parkinson-sera-fabricado-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=medicamento-contra-parkinson-sera-fabricado-no-brasil</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 18:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/?p=69</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) vai iniciar a distribuição de medicamento para tratamento da doença de Parkinson, o dicloridrato de pramipexol. O acordo com o laboratório Boehringer Ingelheim prevê a transferência de tecnologia em cinco anos e permitirá a economia de R$ 90 milhões nesse período. A estimativa é de que 20 mil pessoas estejam em tratamento para Parkinson em instituições públicas. &#8220;Hoje os Estados fazem a compra do pramipexol, por licitação. O Ministério da Saúde centralizará a aquisição desses medicamentos e passará a comprá-los de Farmanguinhos&#8221;, explicou Hayne Felipe da Silva, diretor executivo<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/03/25/medicamento-contra-parkinson-sera-fabricado-no-brasil/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) vai iniciar a distribuição de medicamento para tratamento da doença de Parkinson, o dicloridrato de pramipexol. O acordo com o laboratório Boehringer Ingelheim prevê a transferência de tecnologia em cinco anos e permitirá a economia de R$ 90 milhões nesse período. A estimativa é de que 20 mil pessoas estejam em tratamento para Parkinson em instituições públicas.</p>
<p>&#8220;Hoje os Estados fazem a compra do pramipexol, por licitação. O Ministério da Saúde centralizará a aquisição desses medicamentos e passará a comprá-los de Farmanguinhos&#8221;, explicou Hayne Felipe da Silva, diretor executivo de Farmanguinhos. &#8220;A transferência de tecnologia reduz custos e amplia a oferta de medicamento, desse produto ou de outro item&#8221;.</p>
<p>Nos primeiros três anos da transferência de tecnologia, o remédio será produzido na Alemanha, com acompanhamento de técnicos de Farmanguinhos, e embalado no Brasil. Nos dois anos seguintes, representantes do laboratório vão ao Rio de Janeiro para supervisionar a fabricação do medicamento. Nesse período, metade da demanda nacional será produzida por Farmanguinhos. O restante continuará sendo importado. A partir de então, o pramipexol será produzido integralmente no Brasil.</p>
<p>Hayne ressalta que a produção nacional tem importância do ponto de vista da inovação tecnológica &#8211; a partir do que for aprendido na fabricação do pramipexol, pode-se chegar ao desenvolvimento de outras substâncias. &#8220;Outro aspecto importante é aumentar a soberania. Não sofre, por exemplo, com interrupção da produção caso a empresa desista de fabricar o medicamento&#8221;, disse. É o que está acontecendo com o quimioterápico L-asparginase, indicado para leucemia aguda. &#8220;A empresa anunciou que não produzirá mais o medicamento a partir do segundo semestre e o Ministério da Saúde está trabalhando parcerias para evitar o desabastecimento&#8221;.</p>
<p>Esse é o 14º convênio de transferência de tecnologia assinado por Farmanguinhos. O instituo firmou parcerias para a produção nacional de antirretrovirais, imunossupressores, indicados para evitar rejeição de órgãos transplantados, asma, doenças do sistema nervoso central e tuberculose. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aprovado Projeto de Lei que determina presença de farmacêutico em unidades do SUS</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 18:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Farmacêuticos no SUS O Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, anunciou, em primeira mão, aos Conselheiros Federais e Diretores de Conselhos Regionais, a aprovação, hoje (20.03) do Projeto de Lei nº 4.135/12, que determina a presença do farmacêutico nas Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O PL foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), da Câmara dos Deputados. O anúncio foi feito durante a Reunião Geral dos Conselhos de Farmácia, que está sendo realizada, no Hotel Nacional, em Brasília. A divulgação desta informação nos meios de comunicação do CFF não<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/03/25/aprovado-projeto-de-lei-que-determina-presenca-de-farmaceutico-em-unidades-do-sus/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Farmacêuticos no SUS</p>
<p>O Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, anunciou, em primeira mão, aos Conselheiros Federais e Diretores de Conselhos Regionais, a aprovação, hoje (20.03) do Projeto de Lei nº 4.135/12, que determina a presença do farmacêutico nas Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O PL foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), da Câmara dos Deputados. O anúncio foi feito durante a Reunião Geral dos Conselhos de Farmácia, que está sendo realizada, no Hotel Nacional, em Brasília.</p>
<p>A divulgação desta informação nos meios de comunicação do CFF não foi feita de imediato, tendo em vista que o Presidente do CFF estava aguardando a confirmação da presença do Deputado Jorge Silva (PDT/ES), relator do PL, na Reunião Geral dos Conselhos de Farmácia. O Deputado Jorge Silva acaba de aceitar o convite e estará participando da Reunião, amanhã, dia 21 de março, às 10 horas.</p>
<p>De acordo com o Deputado, em seu relato, “A assistência farmacêutica, efetivada pelo profissional competente para isso, o farmacêutico, deve ser prestada de forma adequada em todos os serviços de saúde que dispensem medicamentos, principalmente naqueles que estão sob a responsabilidade estatal. O medicamento bem utilizado é o recurso terapêutico de maior custo e efetividade, mas o uso inapropriado constitui um problema de saúde pública mundial”.</p>
<p>ORIGEM &#8211; O PL original, de autoria da Senadora e farmacêutica Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), prevê que as Unidades de Saúde do SUS, que dispõem de farmácias, drogarias ou dispensários de medicamentos, ficam obrigadas a manter em seus quadros, profissional farmacêutico habilitado e inscrito no respectivo Conselho Regional de Farmácia.</p>
<p>A Proposta tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo. O PL continua na Câmara e segue para a análise da Comissão de Finanças e Tributação e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
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		<title>Anvisa abre debate sobre novas regras para fitoterápicos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 17:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A diretoria da Anvisa aprovou, nesta quinta-feira (7/3), a iniciativa regulatória para revisão das normas de medicamentos fitoterápicos no país. A intenção é tratar de modo diferenciado medicamentos resultantes de plantas de uso tradicional. Com isso, os fitoterápicos que constarem na lista elaborada pela Anvisa poderão ter a eficácia e segurança aprovadas com base nos relatos da literatura científica sobre o uso tradicional. A medida vai permitir que medicamentos importantes, mas que vinham perdendo espaço no mercado, sejam resgatados, valorizando a biodiversidade do Brasil. Atualmente, determinadas substâncias não conseguem se enquadrar nas exigências para o registro de medicamento, mesmo tendo<a href="http://www.unisinos.br/blogs/farmacia/2013/03/12/anvisa-abre-debate-sobre-novas-regras-para-fitoterapicos/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diretoria da Anvisa aprovou, nesta quinta-feira (7/3), a iniciativa regulatória para revisão das normas de medicamentos fitoterápicos no país. A intenção é tratar de modo diferenciado medicamentos resultantes de plantas de uso tradicional. Com isso, os fitoterápicos que constarem na lista elaborada pela Anvisa poderão ter a eficácia e segurança aprovadas com base nos relatos da literatura científica sobre o uso tradicional.</p>
<p>A medida vai permitir que medicamentos importantes, mas que vinham perdendo espaço no mercado, sejam resgatados, valorizando a biodiversidade do Brasil. Atualmente, determinadas substâncias não conseguem se enquadrar nas exigências para o registro de medicamento, mesmo tendo um histórico conhecido e positivo de uso pela população.</p>
<p>A Anvisa espera que, a partir da discussão em torno da proposta, os usuários possam ter acesso a um conjunto maior de opções terapêuticas. A medida vai representar, também, um estímulo à indústria nacional de fitoterápicos.</p>
<p>Depois da aprovação da iniciativa regulatória pela diretoria, o próximo passo será a publicação de uma Consulta Pública para discussão com todos os interessados no tema.</p>
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		<title>Curso de Farmácia reconhecido pelo MEC</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 17:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anaritabreier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Curso de Farmácia da Unisinos foi reconhecido pelo MEC, recebendo nota 4 (máximo 5). O Curso recebeu nota máxima nos itens infraestrutura de laboratórios e corpo docente. O reconhecimento do curso foi publicado no diário oficial da União em 14/02/2013.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Curso de Farmácia da Unisinos foi reconhecido pelo MEC, recebendo nota 4 (máximo 5).<br />
O Curso recebeu nota máxima nos itens infraestrutura de laboratórios e corpo docente.</p>
<p>O reconhecimento do curso foi publicado no diário oficial da União em 14/02/2013.</p>
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