• Estão abertas as inscrições para o vestibular da Unisinos EAD

    As inscrições iniciaram no dia 14 de maio e seguem até o dia 19 de junho.  Não perca tempo, faça sua inscrição aqui o quanto antes! A prova acontecerá no dia 23 de junho: 9h30 às 11h30 – Redação | 14h às 18h – Questões objetivas Os cursos de graduação da Unisinos Educação a Distância [...]

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  • Está com dúvidas sobre estudar a distância? Faça um test drive aqui mesmo!

    Quando se trata de educação a distância, o acadêmico a observa como uma oportunidade de aperfeiçoamento de fácil acesso, comodidade e preços mais acessíveis, porém, muitos ainda se questionam sobre a verdadeira eficácia e o aproveitamento da modalidade. Independente de produto ou serviço, quando se trata de investimento, o consumidor tem o costume de buscar [...]

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  • Curso de Relações Públicas à distância é pioneiro no Brasil

    Ao observar a necessidade de profissionais qualificados no mercado, a Unisinos Ead lança para este semestre o curso de Relações Públicas à distância. O curso de Relações Públicas 100% Ead procura formar profissionais que saibam articular o conhecimento teórico-prático da área da comunicação, da comunicação organizacional e das relações públicas, a partir de uma postura empreendedora, [...]

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  • Conheça alguns fatores indispensáveis na hora de optar por um curso em EAD

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Estão abertas as inscrições para o vestibular da Unisinos EAD

Postado por Roberta B. Borsoi 2 Comentários em 15 - maio - 2012

As inscrições iniciaram no dia 14 de maio e seguem até o dia 19 de junho.  Não perca tempo, faça sua inscrição aqui o quanto antes!

A prova acontecerá no dia 23 de junho: 9h30 às 11h30 – Redação | 14h às 18h – Questões objetivas

Os cursos de graduação da Unisinos Educação a Distância ocorrem em um ambiente virtual de aprendizagem, na plataforma Moodle. As aulas são totalmente interativas, permitindo diálogo e troca de informações entre aluno e professor.

Serão realizadas avaliações a cada bimestre, que constituem os graus A e B. As atividades que compõe o Grau A, são virtuais e avaliativas, e ocorrem até a 7ª semana do bimestre letivo. O grau B é realizado presencialmente na oitava semana da disciplina, e se constitui em uma prova de conteúdo acumulativo. Para recuperar ou substituir a nota do grau B, o aluno conta com o grau C, que também será realizado presencialmente, na nona semana do bimestre. As atividades de avaliação presencial ocorrem nos polos onde o aluno está vinculado.

Os polos ficam em várias cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Quer conhecer um pouco mais sobre o funcionamento das aulas a distância? Acesse aqui a matéria feita pela TV Unisinos.

Ainda tem dúvidas sobre a eficácia de uma aula 100% a distância? Faça um test drive clicando aqui. A Unisinos EAD preparou para você uma comunidade com vários exemplos de recursos utilizados em uma disciplina a distância. Vale a pena conferir! A experiência é gratuita e interessantíssima.

Quando se trata de educação a distância, o acadêmico a observa como uma oportunidade de aperfeiçoamento de fácil acesso, comodidade e preços mais acessíveis, porém, muitos ainda se questionam sobre a verdadeira eficácia e o aproveitamento da modalidade.

Independente de produto ou serviço, quando se trata de investimento, o consumidor tem o costume de buscar informações relacionadas à compra. Em certas ocasiões, não bastam leituras e opiniões de clientes. É preciso experimentar, provar, testar!

Pensando nisso, a Unisinos Educação a Distância lança uma comunidade de degustação, com acesso aberto, em sua plataforma de ensino.

O que é e como funciona a comunidade de degustação?

A comunidade de degustação é aberta para o público em geral interessado em conhecer o ambiente de ensino da Unisinos EAD. Ao acessar a comunidade, o usuário tem contato com uma infinidade de recursos didáticos e prévias de objetos de aprendizagem que são utilizados em cursos da graduação a distância. Além disso, o usuário encontra explicações referentes à  EAD da Unisinos e seu ambiente de aprendizagem. A experiência é uma excelente alternativa para quem ainda tem dúvidas quanto à escolha de um curso de graduação 100% a distância.

Como eu faço para acessar a comunidade de degustação?

É muito simples! Basta acessar a plataforma de ensino da Unisinos Educação a Distância, lá você encontrará a comunidade de degustação, para acessá-la, clique aqui. É preciso usuário e senha para efetuar login na plataforma. Anote os dados que seguem:

Usuário: degustacao
Senha: Degust@ca0

Gostou do que viu? Então corre! Venha fazer parte da Unisinos Educação a Distância!


O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014, passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), João Carlos Teatini, responsável pelo programa UAB (Universidade Aberta do Brasil). Entre os obstáculos, segundo o gestor, estão o preconceito e a resistência ao modelo e as dificuldades de conexão e falta de banda larga pelo país.

A UAB é um sistema integrado por universidades públicas de todo o país, que oferecem ensino superior a distância. Implantada no segundo semestre de 2007, ela dispõe de cursos de licenciatura, formação pedagógica, bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Há também formação continuada nas modalidades de especialização, aperfeiçoamento e extensão, e o Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional). Atualmente, a UAB tem cerca de 11 mil professores formados em graduações e outros 16 mil concluintes.

Em entrevista ao UOL Educação, Teatini, que é engenheiro e professor da UnB (Universidade de Brasília), explicou que o programa tem duas prioridades: formação de professores, em caráter emergencial, e instalação de cursos com foco no desenvolvimento do país. Confira:

UOL Educação: Quais são as prioridades da UAB?

Teatini: A prioridade é a formação de professores. Temos hoje cerca de 1,7 milhão de professores na educação básica pública e cerca 400 mil sem formação adequada, conforme determina a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional] de 1996. Entre os objetivos também está o apoio a cursos com foco a desenvolvimento regional. Sendo otimista, assim que a formação de professores, de caráter emergencial, entrar no fluxo, vamos abrir mais UAB para cursos com outros focos, pensando no desenvolvimento do Brasil.

UOL Educação: Quais são as regiões foco?

Teatini: A maior concentração de ensino superior privado está no Sudeste (85%). Majoritariamente, essas redes atendem as periferias das grandes cidades, e este é um campo amplo para a UAB. Hoje, temos a meta de alcançar 20% dos municípios do Brasil com polos da UAB. A princípio, os municípios com 50 mil habitantes são candidatos a ter polos, desde que exista uma instituição pública com interesse e apta a oferecer curso naquela localidade.

Já temos na região amazônica 19% dos municípios com UAB. No Sudeste, 12%. A média nacional é de 14%. Precisamos olhar o número de municípios e a população e também as desigualdades regionais.

UOL Educação: Quantos estudantes a UAB pretende alcançar?

Teatini: Estamos com 210 mil alunos. Nesse primeiro semestre, temos mais 40 mil vagas. Até 2014, a meta é chegar a 600 mil alunos matriculados na formação inicial e na continuada. A intenção é triplicar o número atual. Temos 92 instituições cadastradas, e há pedidos de instituições para participar da UAB, levando esse número a 100. Queremos que todas as instituições federais e estaduais participem. Há a perspectiva de chegarmos a mil polos até 2014.

UOL Educação: Como são os custos para essa expansão? Há recursos disponíveis para isso?

Teatini: Há recursos [para 2012, a dotação é de R$ 370 milhões]. Existe uma economia de escala que é uma coisa muito interessante. Comparar o investimento em EAD com o investimento em educação presencial é como comparar o de construir uma rodovia com o de uma ferrovia: a ferrovia tem um investimento inicial maior, mas, para conservação, gasta menos. O custo-aluno é extremamente competitivo em EAD [De 2007 a 2011, a UAB investiu cerca de R$ 1,5 bilhão].

UOL Educação: Qual é o maior desafio para expandir o programa?

Teatini: Existe o preconceito contra a EAD, que tem vários aspectos. E o maior desafio é que o Brasil é continental. A EAD não pode ter soluções únicas, precisa ter flexibilidade. Hoje, um problema sério é a banda larga. Até Manaus, que é uma capital, tem dificuldades de conexão. Além disso, no sistema da educação brasileira, a autonomia dos estados e municípios faz com que muitos não tenham carreira, não respeitem o piso do magistério e não apliquem o PIB em educação. Precisamos ter um Sistema Nacional de Educação, para garantir salário atraente e formação adequada.

UOL Educação: Existe a perspectiva de abrir mais cursos de mestrado a distância? Hoje, só temos o Profmat.

Teatini: Estão sendo estudados um curso na área de letras e outros dois na área de química e física. A previsão é de que, para 2013, já existam mais alunos em mestrados a distância.

UOL Educação: A evasão de cursos da UAB é maior que a de cursos presenciais?

Teatini: Esse é um boato espalhado principalmente pelas pessoas que são contra a EAD. Há cursos presenciais na UnB que têm evasão enorme. Até pouco tempo, nas engenharias, a evasão estava chegando a 50%. A taxa geral aproximada de evasão de alunos da UAB é de 20%, e varia por tipo de curso ou polo de apoio presencial.

UOL Educação: Em quais cursos a evasão é maior?

Teatini: A maior evasão se dá nos cursos de formação continuada para professores. Muitas vezes as secretarias de Educação não apoiam os professores. Outra questão séria é que as carreiras não estimulam professores a buscar formação. Há estados, por exemplo, em que um professor que faz a graduação tem aumento de 5% no salário, o que é muito pouco. Para professores de universidades que fazem mestrado, o salário sobre 50%.

Fonte: Uol

Ensino a distância passa por período excitante e nebuloso

Postado por Roberta B. Borsoi 5 Comentários em 7 - março - 2012

Em publicações anteriores, observou-se a crescente procura e oferta do ensino a distância no país, seguida de dúvidas e preocupações entre os futuros alunos da modalidade de ensino.

No exterior a situação não é diferente.  As principais instituições internacionais de ensino superior ( MIT, Yale, Harvard, Columbia, Stanford, Oxford, Yale e Cambridge) trabalham com educação a distancia.

Um fato curioso das universidades gringas, é que alguns conteúdos não possuem formato de cursos que oferecem diplomas. Já a Walden University, instituição voltada somente para cursos online possui aproximadamente 49 mil alunos na graduação e pós, em mais de 140 países. A Walden é apontada como referência internacional na modalidade à distância.

Kevin Miles, investidor e consultor da Filadélfia, faz doutorado em Administração de Empresas na Walden. Ele diz que o governo e grandes empresas reconhecem a qualidade do ensino da Walden, mas afirma que existem reservas no meio acadêmico.

“Na minha classe há funcionários do governo e de grandes corporações, como Intel e HP”, conta Miles. “Embora alguns acadêmicos afirmem que o diploma de uma universidade convencional vale mais, escolhi Walden por indicação do reitor de uma das escolas de negócios top dos Estados Unidos – graduado em Harvard.”

No mercado online, por sinal, a questão não é nem saber se os grandes players serão universidades só de EaD ou convencionais. Editoras, empresas de mídia e telefonia despontam como concorrentes.

“Pode acontecer com as escolas o mesmo que ocorreu com os fabricantes de celular. Acostumados a competir entre si, não previram que a concorrência viria do iPhone e do Blackberry”, diz o brasileiro Newton Campos, diretor de Admissões da escola espanhola de negócios IE, cujo International Executive foi considerado o melhor MBA a distância do mundo pela revista The Economist.

Por causa do quadro descrito por Campos, uma empresa como a Nokia viu seu valor de mercado despencar de US$ 150 bilhões para US$ 20 bilhões. “Um banco pode reunir especialistas e criar um excelente MBA em Finanças. E quem não iria querer fazer um MBA de uma consultoria como a McKinsey?”

No mercado existe espaço até para “guerrilheiros” como o matemático americano Salman Khan. Formado no MIT, Khan, que começou a publicar aulas na web para ensinar seus sobrinhos, já tem um acervo de 2.700 vídeos sobre assuntos variados. Embora sua academia seja mais voltada para o ensino básico, nada impede que outros sigam a trilha, mais voltados para o ensino superior.

Um deles é Sebastian Thrun, especialista em Ciência da Computação que no mês passado abriu mão do cargo de professor titular de Stanford depois do sucesso de seu curso online sobre inteligência artificial, assistido por mais 160 mil alunos. Thrun criou a startup Udacity, para oferecer cursos online a baixo custo. Entre eles um concebido para ensinar pessoas sem experiência em programação a criar um mecanismo de busca, como o Google, para o qual a Udacity espera atrair 500 mil interessados.

Portais

Não faltam canais para revelar novos Khans e Thruns, como os portais iTunesU, da Apple, YouTube EDU, Fora.TV e Udemy. A questão é: como sustentar o negócio? Nem todos, como Khan, podem contar com o dinheiro de Bill Gates.

“Há várias experiências interessantes, mas ninguém ainda tem ‘o modelo’”, diz Campos.

Entre essas experiências, Campos cita a Alison, um catálogo de cursos gratuitos online que tira sua receita de banners publicitários. E a Academic Earth, outra queridinha de Gates, que oferece 350 cursos e mais de 5 mil palestras de professores top da nata de universidades americanas sobre assuntos variados, da economia verde à Teoria de Jogos. Bancada inicialmente por professores-investidores, a Academic Earth foi vendida no ano passado para a Ampush Media, empresa de marketing que anunciou a intenção de criar uma rede social a partir do site como meio de alavancar receita.

A EaD não enfrenta, porém, só o desafio da economia. Um ponto em comum em experiências fracassadas foi a dificuldade de mudar o professor. Num vídeo publicado no mês passado, sobre suas previsões para o que será a educação em 2060, o próprio Khan chamou a atenção para a importância do novo professor, mais tutor e menos “dono” do conhecimento.

“Em seminários, todos os representantes de grandes escolas reclamam da dificuldade de atrair o professor para a EaD”, diz Campos. “O bom é que daqui a cinco, dez anos, muitos desses jovens que hoje reclamam do professor que proíbe o uso do iPhone na classe estarão dando aula. Vão mudar tudo.”

Fonte: Estadão Educação