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    Have you had the chance to take one of the undergraduate courses in English offered by Unisinos ?

    Unisinos is offering courses in English to undergraduate students. In 2015/1 join the discussion on important current issues and also enjoy the opportunity to brush up your English. See the 13 options below: For more information visit Disciplinas em Inglês   A high intermediate level of English is mandatory to register in any of the above mentioned courses. To enroll in these Academic Courses you ...

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     Estão abertas as Inscrições para:   A SELEÇÃO DE MONITORIA PROGRAMA DE PRÁTICAS SOCIOJURÍDICAS  PRASJUR EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES Clique Aqui FICHA DE INSCRIÇÃO PARA SELEÇÃO DE MONITORES Clique Aqui

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    Vestibular de Varão Unisinos

    Nesta quinta-feira, 16 de outubro, iniciam as inscrições para o Vestibular de Verão da Unisinos. A universidade oferece mais de 70 cursos de graduação divididos em dois campi, um em Porto Alegre e outro em São Leopoldo, além dos polos EAD. As inscrições para o vestibular vão até 17/11, e as provas acontecem dia 22/11. Para se candidatar, acesse unisinos.br/vestibular. No site, ...

Postado por ezanotti em 23 - janeiro - 2015 0 Comentário

Unisinos logoVocê que é aluno veterano da Unisinos, não está entendendo a localização da sua nova sala de aula? Calma nós explicamos.

Essa é uma das novidades da Unisinos para o semestre que se inicia. A nomenclatura das áreas 1, 2, 3, 4, 5 e 6 será extinta e, em seu lugar, novos códigos e endereços serão aplicados. A antiga área 1, que antes englobava cursos das Ciências Humanas, agora é o setor B. Nele poderão ocorrer aulas das Ciências Humanas, Exatas, Direito e outros. A ideia é de que haja a interação com pessoas de outros cursos e explorar todas as possibilidades que o campus oferece.

A nova sinalização será composta por: Setor, Prédio, Andar e Número da sala.

Antes do inicio das aulas, a Unisinos irá encaminhar a todos os seus estudantes o novo mapa do campus, com as novas legendas e dicas. Além de contar com profissionais da Universidade espalhados pelo campus para auxiliar os alunos a encontrarem a sua sala e sua localização durante a semana de volta às aulas.

Postado por ezanotti em 19 - janeiro - 2015 0 Comentário

pesquisa-300x199Estão abertas as inscrições para bolsista de iniciação científica, com a temática de direitos humanos, sob a coordenação da Profª Fernanda Bragato, acesse o link abaixo e cadastre-se.

Postado por ezanotti em 8 - janeiro - 2015 0 Comentário

proc_civil_OABUma decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região restringiu a publicidade de bebidas com teor alcoólico igual ou superior a 0,5 grau Gay Lussac. Com isso, comerciais de cerveja e vinho, por exemplo, só poderão ser veiculadas em emissoras de rádio e televisão entre as 21 horas e 6 horas. A veiculação até às 23 horas só poderá ser feita entre intervalos de programas recomendados para maiores de 18 anos.

A decisão vale para todo o Brasil e dá prazo de 180 dias para a alteração de contratos comerciais de publicidade de bebidas alcoólicas, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, em caso de descumprimento.

Até então, a restrição valia para bebidas com teor alcoólico superior a 13 graus GL, pois apenas essas foram tipificadas como bebidas alcoólicas pela Lei Nº 9.294/96, que trata do uso de propaganda de produtos fumígeros, bebidas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas.

O Relator do processo, o desembargador federal Luís Alberto D’Azevedo Auraville explica que, após a Lei 9.294, outras regras foram formuladas sobre o tema. A Lei Seca, por exemplo, passou a considerar bebidas alcoólicas todas as bebidas que contenham álcool com grau de concentração igual ou superior a 0,5 GL.

Fonte: www.economia.oul.com.br

Postado por ezanotti em 8 - janeiro - 2015 0 Comentário

tstNão tem validade à norma coletiva que dispensa a marcação dos horários de entrada e de saída dos empegados, sistema conhecido como registro de ponto por exceção. Com base neste entendimento, a Oitava Turma do TST deu provimento a recurso de uma ajudante geral da Universal Leaf Tabacos Ltda, e determinou o retorno de um processo à 2ª Vara do Trabalho de Joinville, SC, a fim de examinar seu pedido de horas extras.

Para a Turma, mesmo que haja autorização em norma coletiva, essa forma de controle é inválida. A relatora do recurso Ministra Dora Maria da Costa, destacou que é nesse sentido a jurisprudência das Turmas do TST. A ministra enfatizou que, mesmo prestigiando os instrumentos normativos oriundos de negociações coletivas, a Constituição da República “não autoriza a estipulação de condições que atentem contra as normas de fiscalização trabalhista, como a inserção de registro de frequência normal, conforme os artigos 74, parágrafo 2º, e 444 da CLT”.

Em decisão anterior, o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, SC, julgou que não existia irregularidade na prática e destacou que o acordo coletivo de trabalho de 2012/2013 da categoria previa que a empresa poderia adotar. A norma garantia aos empregados o acesso às informações e especificava que, periodicamente, as empresas emitiriam relatório individualizado, submetendo-o à aprovação do empregado.

Segundo a Ministra Dora Maria da Costa, “não há como se conferir validade à norma coletiva que dispensou a marcação dos horários de entrada e saída”. Ela esclareceu que o artigo 7º, inciso XXVI, da Constituição não ampara essa possibilidade, “na medida em que privilegia a negociação coletiva quanto a direitos disponíveis e renunciáveis do trabalhador, o que não e caso de análise”.

Fonte: www.direitonet.com.br

Postado por ezanotti em 8 - janeiro - 2015 0 Comentário

images-2A Subseção 1, Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho, decidiu que não configura dano moral exigir o candidato a emprego de operador de telemarketing  certidão de antecedentes criminais, desde que haja motivação idônea com relação às atribuições do cargo.

A Segunda Vara do Trabalho de Campina Grande indeferiu o pedido, com o entendimento de que a exigência da empresa não violou a honra do trabalhador nem cometeu qualquer ato ilícito, uma vez que a certidão é expedida pelo poder público. Para o TST da 13ª Região, que manteve a sentença, a exigência compreende o poder diretivo do empregador, e não configura atos discriminatórios capazes de justificar lesão aos direitos de personalidade do empregado.

Fonte: www.direitonet.com.br